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quarta-feira, 17 de julho de 2013

Telescópio Hubble descobre nova lua de Neptuno



Telescópio Hubble descobre nova lua de Neptuno
Fotografia © Direitos reservados
O telescópio espacial Hubble permitiu identificar uma nova lua, orbitando em volta de Neputuno, confirmou a Nasa.
Denominada S/2004 N 1, esta é a 14ª lua conhecida que orbita em volta do planeta gigante. Aparentemente, é também a mais pequena das luas do sistema de Neputuno, com apenas 20 quilómetros. Segundo a Nasa, é cerca de 100 milhões de veses mais pequena do que a mais pequena das estremas que conseguimos ver a olho nu.
Ao ver mais de 150 fotografias de Neptuno tiradas pelo Hubble entre 2004 e 2009 o astrónomo norte-americano Mark Showalter descobriu um ponto branco que se movimentava de forma regular e decidiu investigar, foi assim que conseguiu identificar esta nova lua, explicou à BBC.

Fuga no capacete obriga astronauta a interromper saída



Fuga no capacete obriga astronauta a interromper saída
Uma misteriosa fuga no capacete do astronauta italiano Luca Parmitano obrigou à interrupção de emergência de uma saída para o espaço na Estação Espacial Internacional, anunciou a NASA, que está a investigar o que aconteceu.
"Após um pouco mais de uma hora no espaço, Luca Parmitano, da Agência Espacial Europeia, disse ter água a flutuar atrás da cabeça no seu capacete", explicou a NASA.
Parmitano e o astronauta americano Chris Cassidy, que o acompanhava na saída, tiveram de interromper a missão e regressar ao laboratório de investigação orbital. Membros da equipa retiraram-lhe logo o capacete, de onde escaparam gotas de água.
A NASA já anunciou estar a investigar o incidente para determinar a origem da fuga, mas garantiu que os astronautas nunca estiveram em perigo.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Mulher morreu eletrocutada enquanto falava com iPhone


Mulher morreu eletrocutada enquanto falava com iPhone 5

Fotografia © DR
A Apple está a investigar a notícia que diz que uma mulher morreu eletrocutada enquanto fazia uma chamada com um iPhone 5, ao mesmo tempo que este carregava.

sábado, 13 de julho de 2013

Novo método para detectar tsunami




Novo método para detectar tsunamis
Cientistas chineses sustentam que os tsunamis podem ser detectados através de satélites e em tempo real.
De acordo com Benlong Wang y Hua Liu, da Universidade de Jiao Tong de Xangai, as anomalias provocadas pelos tsunamis na magnetosfera podem ser descobertas via satélite e em tempo real. Com o objectivo de encontrar um método que sirva como um sistema de alerta precoce de maremotos, a equipa criou um modelo virtual que simula o efeito que os tsunamis causam no campo magnético natural da Terra.
Segundo Wang, que publicou o seu estudo em "Proceeding of the Royal Society", o método que permite calcular instantaneamente o tsunami, poderá introduzir uma melhoria notável nos sistemas de alerta precoce, na medida em que, atualmente os métodos disponíveis demoram seis minutos a processar os dados e não permitem monitorizar continuamente a onda no mar.
As ondas pela sua amplitude e rápidos movimentos provocam deslocamentos de grandes quantidades de água. Quando um corpo de água salgada se move no campo magnético da Terra, a sua natureza condutora induz uma pequena anomalia, que, segundo os investigadores, pode ser captada por um sensor magnético introduzido num satélite ou numa aeronave não tripulada, em ambos os casos, os aparelhos têm que se aproximar do mar o suficiente para detetar o sinal magnético da onda.
Esta equipa garante que foi capaz de detetar anomalias magnéticas que podiam causar catástrofes e, inclusive calcular a dimensão da onda do tsunami. Para testar este método, os investigadores compararam as suas previsões com os dados dos tsunamis de Sumatra (2000) e Chile (2010).
O método proposto por Wang e Liu já recebeu críticas, Manoj Nair, geólogo da Universidade do Colorado afirmou que os sinais magnéticos dos tsunamis dificultam a sua previsibilidade e, com isto, a eficácia do método.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Afinal há outro planeta azul


Afinal há outro planeta azul


Os cientistas descobriram um outro planeta azul, para além da Terra. Graças ao telescópio Hubble, os astrónomos perceberam que o planeta HD 189733b tem um tom azul cobalto.

Ao contrário da Terra, que é azul por causa da água dos oceanos, este planeta tem esta cor por causa das gotas de vidro líquido que caem horizontalmente sobre o planeta devido aos vento de 7 mil quilómetros por hora. Os detalhes sobre esta descoberta são publicados no Astrophysical Journal Letters.
Esta é a primeira vez que os cientistas conseguem determinar com exatidão a cor de um planeta fora do sistema solar - ou pelo menos a cor com que o veríamos com os nossos olhos, se tal fosse possível, explicou ao The Independent um dos responsáveis por este estudo, Frederic Ponto, da Universidade de Exeter.