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domingo, 26 de maio de 2013

Descobertos minerais raros na Lua


Descobertos minerais raros na Lua                          Fotografia © NASA


O que se pensava ser elementos do subsolo da lua que teriam ficado a descoberto na Lua devido a crateras provocadas por impactos de meteoritos ou restos de asteroides, são, afinal, minerais raros como a olivina e a espinela.

Um novo estudo sobre aqueles minerais, que foi hoje publicado na Nature Geoscience aponta que aqueles minerais seriam os restos desses meteoritos ou asteroides, após a colisão com a superfície lunar.
Segundo Jay Melosh, um dos autores do estudo - que baseou as suas conclusões em simulações computacionais - esta nova visão da origem daqueles minerais raros resolveria o enigma de estudos anteriores que haviam mostrado que crateras lunares como a de Copérnico, onde se encontraram resíduos daqueles elementos, não têm a dimensão suficeinte para terem exposto o interior do solo lunar. Mas o debate ainda não está fechado.

sábado, 25 de maio de 2013

Hubble consegue a imagem mais nítida da Nebulosa de Orion


Hubble capta imagem mais nítida da Nebulosa do Anel
Fotografia © NASA
O telescópio Hubble conseguiu pela primeira vez uma imagem nítida da Nebulosa do Anel, esta demonstra a complexidade da estrutura celeste que até agora só tinha sido possível ver através de modelos 3D.
O telescópio espacial captou a melhor imagem até hoje conseguida da Nebulosa do Anel. Também conhecida como Messier 57, a estrutura da nebulosa nunca foi visualizada de forma nítida até agora, porém, os cientistas já obtinham dados suficientes que lhes permitiam reproduzir o corpo celeste num modelo em 3D. A imagem comprovou a estrutura complexa da nebulosa.
A Nebulosa do Anel é facilmente avistada devido à proximidade com o planeta Terra e foi registada pela primeira vez no sec. XVIII pelo astrónomo francês Antoine Darquier.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Três astronautas regressaram à Terra



Três astronautas regressaram à Terra

Três astronautas regressaram hoje à Terra a bordo da nave espacial russa Soyuz TMA-07M, que aterrou sem incidentes no Cazaquistão, depois de seis meses de missão na Estação Espacial Internacional, informaram as autoridades russas.
De acordo com o Centro de Controlo de Voos da Rússia (CCVE), a nave aterrou cerca das 03:31, hora de Lisboa, com o cosmonauta russo Roman Romanenko, o astronauta canadiano Chris Hadfield e o norte-americano Thomas Marshburn a bordo.
A aterragem foi acompanhada no ar por 12 helicópteros e três aviões e teve lugar na zona prevista, a cerca de 150 quilómetros da cidade de Dzhezkazgán, no Cazaquistão.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Sonda da NASA capta erupção solar




Sonda da NASA capta erupção solar
Fotografia © D.R.
É uma imagem imponente de uma erupção solar e foi captada no dia 3 pela sonda não tripulada Solar Dynamics Observatory da NASA. Mostra em detalhe uma erupção de nível médio.
"Este aumento do número de labaredas são muito comuns no momento, dado que a atividade do Sol se dirige para o seu máximo, que deverá ser alcançado no final de 2013", afirma a NASA, num comunicado. Um período denominado de Atividade Máxima Solar produz-se a cada 11 anos e as suas ondas podem ser perigosas se atingirem a Terra. A erupção solar mais forte de 2013 deu-se a 11 de abril.



domingo, 5 de maio de 2013

Chuva de estrelas cadentes visível amanhã



Chuva de estrelas cadentes visível segunda-feira
A passagem da Terra pela órbita do cometa Halley vai originar uma chuva de estrelas cadentes, que pode ser visível a olho nu na segunda-feira, inclusive em Portugal, informa o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).
O fenómeno, observável pela meia-noite em Portugal, ocorre, anualmente, a 6 de maio. Pode ser visto na sua plenitude no campo e com céu limpo. A chuva de estrelas cadentes, cientificamente designada como chuva de meteoros, acontece quando a Terra cruza um enxame de meteoroides.
Os meteoros, segundo o portal do OAL, são fenómenos luminosos resultantes da entrada na atmosfera da Terra de um corpo sólido proveniente do Espaço. O corpo aquece, ioniza a atmosfera e deixa um rasto de luz. Os meteoroides são "objetos sólidos que se deslocam no Espaço interplanetário", com "dimensões consideravelmente mais pequenas do que as de um asteroide e bastante maiores do que as de um átomo ou molécula".
Na segunda-feira, quando a Terra cruza o enxame de meteoroides "Aquáridas", a chuva de estrelas, com uma média de 60 meteoros por hora, atingirá o seu pico. O fenómeno surge associado ao cometa "Halley" porque a Terra passa na mesma zona em que se encontra o cometa, que deixou um rasto de poeiras a flutuar no Espaço, depois de o gelo, que o compõe e ao qual as poeiras estavam agregadas, ter transitado para o estado gasoso, por sublimação, explicou à agência Lusa o diretor do OAL, Rui Agostinho.
A Terra, adiantou, "atravessa as poeiras deixadas pelo cometa", à passagem pela sua trajetória. O enxame de meteoroides "Aquáridas" não é o mais importante. Na lista dos enxames mais relevantes figuram, de acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa, o "Quadrântidas", o "Perseidas", o "Leónidas" e o "Gemínidas", com picos de atividade a 04 de janeiro, 12 agosto, 18 de novembro e 14 de dezembro, respetivamente.
O "Leónidas", associado ao cometa "Tempel-Tuttle", é considerado o enxame que mais chuvas de estrelas cadentes espetaculares tem desencadeado, uma média de 100 meteoros por hora. Nem todas as chuvas de estrelas estão ligadas a cometas ou ocorrem de noite. A "Gemínidas" está associada ao asteroide (corpo rochoso e metálico) "Faetonte" e a "Ariétidas" acontece de dia.