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sábado, 25 de maio de 2013

Hubble consegue a imagem mais nítida da Nebulosa de Orion


Hubble capta imagem mais nítida da Nebulosa do Anel
Fotografia © NASA
O telescópio Hubble conseguiu pela primeira vez uma imagem nítida da Nebulosa do Anel, esta demonstra a complexidade da estrutura celeste que até agora só tinha sido possível ver através de modelos 3D.
O telescópio espacial captou a melhor imagem até hoje conseguida da Nebulosa do Anel. Também conhecida como Messier 57, a estrutura da nebulosa nunca foi visualizada de forma nítida até agora, porém, os cientistas já obtinham dados suficientes que lhes permitiam reproduzir o corpo celeste num modelo em 3D. A imagem comprovou a estrutura complexa da nebulosa.
A Nebulosa do Anel é facilmente avistada devido à proximidade com o planeta Terra e foi registada pela primeira vez no sec. XVIII pelo astrónomo francês Antoine Darquier.

terça-feira, 14 de maio de 2013

Três astronautas regressaram à Terra



Três astronautas regressaram à Terra

Três astronautas regressaram hoje à Terra a bordo da nave espacial russa Soyuz TMA-07M, que aterrou sem incidentes no Cazaquistão, depois de seis meses de missão na Estação Espacial Internacional, informaram as autoridades russas.
De acordo com o Centro de Controlo de Voos da Rússia (CCVE), a nave aterrou cerca das 03:31, hora de Lisboa, com o cosmonauta russo Roman Romanenko, o astronauta canadiano Chris Hadfield e o norte-americano Thomas Marshburn a bordo.
A aterragem foi acompanhada no ar por 12 helicópteros e três aviões e teve lugar na zona prevista, a cerca de 150 quilómetros da cidade de Dzhezkazgán, no Cazaquistão.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Sonda da NASA capta erupção solar




Sonda da NASA capta erupção solar
Fotografia © D.R.
É uma imagem imponente de uma erupção solar e foi captada no dia 3 pela sonda não tripulada Solar Dynamics Observatory da NASA. Mostra em detalhe uma erupção de nível médio.
"Este aumento do número de labaredas são muito comuns no momento, dado que a atividade do Sol se dirige para o seu máximo, que deverá ser alcançado no final de 2013", afirma a NASA, num comunicado. Um período denominado de Atividade Máxima Solar produz-se a cada 11 anos e as suas ondas podem ser perigosas se atingirem a Terra. A erupção solar mais forte de 2013 deu-se a 11 de abril.



domingo, 5 de maio de 2013

Chuva de estrelas cadentes visível amanhã



Chuva de estrelas cadentes visível segunda-feira
A passagem da Terra pela órbita do cometa Halley vai originar uma chuva de estrelas cadentes, que pode ser visível a olho nu na segunda-feira, inclusive em Portugal, informa o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).
O fenómeno, observável pela meia-noite em Portugal, ocorre, anualmente, a 6 de maio. Pode ser visto na sua plenitude no campo e com céu limpo. A chuva de estrelas cadentes, cientificamente designada como chuva de meteoros, acontece quando a Terra cruza um enxame de meteoroides.
Os meteoros, segundo o portal do OAL, são fenómenos luminosos resultantes da entrada na atmosfera da Terra de um corpo sólido proveniente do Espaço. O corpo aquece, ioniza a atmosfera e deixa um rasto de luz. Os meteoroides são "objetos sólidos que se deslocam no Espaço interplanetário", com "dimensões consideravelmente mais pequenas do que as de um asteroide e bastante maiores do que as de um átomo ou molécula".
Na segunda-feira, quando a Terra cruza o enxame de meteoroides "Aquáridas", a chuva de estrelas, com uma média de 60 meteoros por hora, atingirá o seu pico. O fenómeno surge associado ao cometa "Halley" porque a Terra passa na mesma zona em que se encontra o cometa, que deixou um rasto de poeiras a flutuar no Espaço, depois de o gelo, que o compõe e ao qual as poeiras estavam agregadas, ter transitado para o estado gasoso, por sublimação, explicou à agência Lusa o diretor do OAL, Rui Agostinho.
A Terra, adiantou, "atravessa as poeiras deixadas pelo cometa", à passagem pela sua trajetória. O enxame de meteoroides "Aquáridas" não é o mais importante. Na lista dos enxames mais relevantes figuram, de acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa, o "Quadrântidas", o "Perseidas", o "Leónidas" e o "Gemínidas", com picos de atividade a 04 de janeiro, 12 agosto, 18 de novembro e 14 de dezembro, respetivamente.
O "Leónidas", associado ao cometa "Tempel-Tuttle", é considerado o enxame que mais chuvas de estrelas cadentes espetaculares tem desencadeado, uma média de 100 meteoros por hora. Nem todas as chuvas de estrelas estão ligadas a cometas ou ocorrem de noite. A "Gemínidas" está associada ao asteroide (corpo rochoso e metálico) "Faetonte" e a "Ariétidas" acontece de dia.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Cassini capta furacão em Saturno

Cassini capta furacão em Saturno


Um enorme furacão, em Saturno, foi registado pela sonda Cassini que chegou àquele planeta em 2004. As imagens da gigante tempestade - designada como "Rosa Vermelha de Saturno" - foram capturadas através de infravermelhos. 

A sonda espacial Cassini capturou pela primeira vez uma grande tempestade que ocorre no pólo norte do planeta Saturno. Quando a Cassini chegou ao grande "senhor dos anéis" em 2004, o hemisfério norte estava na escuridão do inverno, que terminou em 2009. Depois de algumas movimentações para contornar o planeta, finalmente registou as imagens da "Rosa Vermelha de Saturno".
O furação tem um "olho" - aquela forma circular no centro de um vórtice - de dois mil quilómetros de diâmetro. E as imagens da tempestade em Saturno foram tiradas de uma altura de 420 mil quilómetros, pela sonda Cassini.

Os cientistas da NASA dizem que os ventos do furacão atingiram os 530 quilómetros por hora.
O gigantesco redemoinho ocorre no centro de um sistema designado de "hexágono de Saturno", uma formação de nuvens com forma poligonal. Os cientistas desconhecem a sua formação, apenas que resiste desde que foi observada pela primeira vez, em 1980.