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terça-feira, 14 de maio de 2013

Três astronautas regressaram à Terra



Três astronautas regressaram à Terra

Três astronautas regressaram hoje à Terra a bordo da nave espacial russa Soyuz TMA-07M, que aterrou sem incidentes no Cazaquistão, depois de seis meses de missão na Estação Espacial Internacional, informaram as autoridades russas.
De acordo com o Centro de Controlo de Voos da Rússia (CCVE), a nave aterrou cerca das 03:31, hora de Lisboa, com o cosmonauta russo Roman Romanenko, o astronauta canadiano Chris Hadfield e o norte-americano Thomas Marshburn a bordo.
A aterragem foi acompanhada no ar por 12 helicópteros e três aviões e teve lugar na zona prevista, a cerca de 150 quilómetros da cidade de Dzhezkazgán, no Cazaquistão.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Sonda da NASA capta erupção solar




Sonda da NASA capta erupção solar
Fotografia © D.R.
É uma imagem imponente de uma erupção solar e foi captada no dia 3 pela sonda não tripulada Solar Dynamics Observatory da NASA. Mostra em detalhe uma erupção de nível médio.
"Este aumento do número de labaredas são muito comuns no momento, dado que a atividade do Sol se dirige para o seu máximo, que deverá ser alcançado no final de 2013", afirma a NASA, num comunicado. Um período denominado de Atividade Máxima Solar produz-se a cada 11 anos e as suas ondas podem ser perigosas se atingirem a Terra. A erupção solar mais forte de 2013 deu-se a 11 de abril.



domingo, 5 de maio de 2013

Chuva de estrelas cadentes visível amanhã



Chuva de estrelas cadentes visível segunda-feira
A passagem da Terra pela órbita do cometa Halley vai originar uma chuva de estrelas cadentes, que pode ser visível a olho nu na segunda-feira, inclusive em Portugal, informa o Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).
O fenómeno, observável pela meia-noite em Portugal, ocorre, anualmente, a 6 de maio. Pode ser visto na sua plenitude no campo e com céu limpo. A chuva de estrelas cadentes, cientificamente designada como chuva de meteoros, acontece quando a Terra cruza um enxame de meteoroides.
Os meteoros, segundo o portal do OAL, são fenómenos luminosos resultantes da entrada na atmosfera da Terra de um corpo sólido proveniente do Espaço. O corpo aquece, ioniza a atmosfera e deixa um rasto de luz. Os meteoroides são "objetos sólidos que se deslocam no Espaço interplanetário", com "dimensões consideravelmente mais pequenas do que as de um asteroide e bastante maiores do que as de um átomo ou molécula".
Na segunda-feira, quando a Terra cruza o enxame de meteoroides "Aquáridas", a chuva de estrelas, com uma média de 60 meteoros por hora, atingirá o seu pico. O fenómeno surge associado ao cometa "Halley" porque a Terra passa na mesma zona em que se encontra o cometa, que deixou um rasto de poeiras a flutuar no Espaço, depois de o gelo, que o compõe e ao qual as poeiras estavam agregadas, ter transitado para o estado gasoso, por sublimação, explicou à agência Lusa o diretor do OAL, Rui Agostinho.
A Terra, adiantou, "atravessa as poeiras deixadas pelo cometa", à passagem pela sua trajetória. O enxame de meteoroides "Aquáridas" não é o mais importante. Na lista dos enxames mais relevantes figuram, de acordo com o Observatório Astronómico de Lisboa, o "Quadrântidas", o "Perseidas", o "Leónidas" e o "Gemínidas", com picos de atividade a 04 de janeiro, 12 agosto, 18 de novembro e 14 de dezembro, respetivamente.
O "Leónidas", associado ao cometa "Tempel-Tuttle", é considerado o enxame que mais chuvas de estrelas cadentes espetaculares tem desencadeado, uma média de 100 meteoros por hora. Nem todas as chuvas de estrelas estão ligadas a cometas ou ocorrem de noite. A "Gemínidas" está associada ao asteroide (corpo rochoso e metálico) "Faetonte" e a "Ariétidas" acontece de dia.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Cassini capta furacão em Saturno

Cassini capta furacão em Saturno


Um enorme furacão, em Saturno, foi registado pela sonda Cassini que chegou àquele planeta em 2004. As imagens da gigante tempestade - designada como "Rosa Vermelha de Saturno" - foram capturadas através de infravermelhos. 

A sonda espacial Cassini capturou pela primeira vez uma grande tempestade que ocorre no pólo norte do planeta Saturno. Quando a Cassini chegou ao grande "senhor dos anéis" em 2004, o hemisfério norte estava na escuridão do inverno, que terminou em 2009. Depois de algumas movimentações para contornar o planeta, finalmente registou as imagens da "Rosa Vermelha de Saturno".
O furação tem um "olho" - aquela forma circular no centro de um vórtice - de dois mil quilómetros de diâmetro. E as imagens da tempestade em Saturno foram tiradas de uma altura de 420 mil quilómetros, pela sonda Cassini.

Os cientistas da NASA dizem que os ventos do furacão atingiram os 530 quilómetros por hora.
O gigantesco redemoinho ocorre no centro de um sistema designado de "hexágono de Saturno", uma formação de nuvens com forma poligonal. Os cientistas desconhecem a sua formação, apenas que resiste desde que foi observada pela primeira vez, em 1980.

sábado, 27 de abril de 2013

Alerta de Tsunami na Austrália


Há meia-hora atrás, houve um enorme terramoto perto da Nova Zelândia.
magnitude foi de 7.8.
Como podem presumir há terramotos fortes há todos os dias, no entanto, este vem com alerta de tsunami para grandes centros populacionais.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Estão abertas inscrições para viagem a Marte


Imagem do vídeo de apresentação do projeto

A organização não-governamental holandesa Mars One quer colocar seres humanos em Marte em 2023, tendo lançado na segunda-feira um programa de recrutamento de voluntários. Ainda não há portugueses inscritos. 

Até às 15h30 de hoje havia apenas cerca de 50 pessoas inscritas como voluntárias para ir a Marte no site oficial do projeto, que foi apresentado na segunda-feira, numa conferência de imprensa em Nova Iorque. Na ocasião, Bas Landsdorp, fundador da Mars One, explicou que a organização já recebeu "dez mil 'emails' de pessoas de mais de cem países que estão interessadas em juntar-se à missão", mas no site em que cada um dos interessados se deverá inscrever o número ainda é reduzido e sem nenhum português inscrito.

Os candidatos a astronautas terão que ter mais de 18 anos, com capacidade de criar e manter relacionamentos, que sejam capazes de auto-análise e confiança, que sejam curiosos, criativos, flexíveis e desembaraçados, que tenham noções básicas de inglês e que tenham a plena noção de que esta poderá ser uma viagem sem regresso à Terra.
As candidaturas estão abertas até 31 de agosto. No total, a organização procura 24 astronautas, que serão enviados para Marte em grupos de quatro (dois homens e duas mulheres, para que possam reproduzir-se), para estadias de sete meses. O primeiro grupo parte para Marte em setembro de 2022. De dois em dois anos será enviado um novo grupo, que no Planeta vermelho viverá em casas de 50 metros quadrados e cultivará os seus próprios alimentos.

domingo, 31 de março de 2013

Código de barras faz 40 anos


Código de barras faz 40 anos


Quarenta anos depois do seu aparecimento, o código de barras continua a ser uma ferramenta importante para as cadeias de distribuição e para os consumidores, disse à Lusa um responsável da GS1, empresa que gere esta tecnologia em Portugal. 


Em entrevista à Lusa, o diretor executivo da GS1 Portugal (Codipor-Associação Portuguesa de Identificação e Codificação de Produtos), João de Castro Guimarães, informou que a celebração desta tecnologia vai começar na quarta-feira (03 de abril) e só termina em 2014.
Na quarta-feira, a GS1 Portugal vai divulgar alguns trabalhos sobre o código de barras, entre os dias 20 e 23 de maio, a efeméride vai ser assinalada na Assembleia-Geral da GS1 em Los Angeles, nos Estados Unidos, com a apresentação do livro "The Secret Life of the Bar Codes", de John Berry, e, em fevereiro, de 2014 vai ser feito um balanço no Fórum Global em Bruxelas.
O diretor executivo da GS1 Portugal salientou que este ano celebra-se os 40 anos da seleção de um 'standard' (norma) único para a identificação dos produtos e em 2014 comemora-se a primeira leitura de um código de barras.

"Os códigos de barras ajudaram a implementar a distribuição, revolucionando processos de negócio e dando maior eficiência às cadeias de valor", explicou, realçando que em Portugal esta tecnologia só foi implementada em 1985.
O diretor executivo da GS1 Portugal contou à Lusa que as bases da criação do código de barras foram lançadas em 1948 nos Estados Unidos por Joe Woodland e Bob Silver, que desenvolveram um sistema para um supermercado de bairro capaz de identificar os produtos à saída da caixa.

sábado, 30 de março de 2013

Facebook vai apresentar o seu próprio 'smartphone'

Facebook vai apresentar o seu próprio 'smartphone'

O Facebook deverá apresentar na próxima quinta-feira, dia 4 de abril, um 'smartphone' com sistema operativo Android dedicado à rede social, informou esta sexta-feira a imprensa especializada. 

O Facebook convocou uma conferência de imprensa para dia 4 de abril com o objetivo de apresentar uma versão modificada do sistema operativo Android - desenvolvido pelo gigante da internet Google - que inclui "características adequadas para o Facebook". Isto de acordo com o 'site' TechCrunch.
Segundo a AFP, O novo 'smartphone' será fabricado pela HTC de Taiwan, mas o seu 'design' será a autoria do Facebook, acrescentou o site 9to5google.
"Venha ver a nossa nova casa no Android", escreve o Facebook no convite enviado à comunicação social convidada para o evento de apresentação, que terá lugar no campus da cidade de Menlo Park, na Califórnia (oeste dos Estados Unidos).

Há muito tempo que o Facebook disse não ter intenção de fabricar o seu próprio 'smartphone', mas agora vai fazer o acesso à sua rede num sistema operativo móvel.
Um estudo encomendado pelo Facebook e publicado esta sexta-feira, diz que os 'smartphones' se tornaram os melhores amigos dos americanos.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Nave tripulada russa faz viagem em tempo recorde



A nave russa Soyuz-08M, que transportava os cosmonautas russos Pavel Vinogradov e Alexandre Misurkin, e o astronauta norte-americano Christopher Cassidy, atracou à Estação Espacial Internacional (EEI) depois de realizar o primeiro voo tripulado "expresso".


Segundo a Agência Espacial da Rússia (Rosco-mos), a Soyuz TMA-08M, que descolou às 0.44 horas de Moscovo (20.44 em Lisboa) da base Baikonur, é a primeira nave tripulada a chegar à EEI de "forma rápida", que permite reduzir de 48 para 6 horas a duração do voo.
Antes, este novo "modo expresso" foi utilizado com êxito durante várias missões da nave russa de carga Progress.
"A manobra de atracagem efetuou-se às 06.32 horas de Moscovo (02.32 horas em Lisboa) em regime automático, precisou a Roscosmos, acrescentando que a nova tripulação permanecerá em órbita durante 168 dias.
O russo Vinogradov é o cosmonauta mais experiente, contando com duas missões espaciais. O astronauta norte-americano Cassidy realizou uma viagem à EEI a bordo de um transportador da NASA, enquanto Misurkin realiza o seu primeiro voo espacial.

Fonte: Diário de Notícias Virtual

quinta-feira, 21 de março de 2013

Planck mostra uma imagem da infância do Universo

Planck mostra uma imagem da infância do Universo


O telescópio espacial europeu Planck, lançado em 2009, revela uma imagem do Universo tal como era apenas 380 mil anos depois do Big Bang. 

"Ousámos olhar o Big Bang de muito perto", o que permitiu "uma compreensão da formação do Universo" vinte vezes melhor que antes, felicitou-se o diretor-geral da Agência Espacial Europeia (ESA), Jean-Jacques Dordain, apresentando em Paris os primeiros resultados do trabalho do Planck.
A imagem confirma a teoria do Big Bang como origem do Universo, mas existem alguns detalhes inesperados que vão exigir aos cientistas ajustar algumas das suas ideias.
Apesar de o mapa "se parecer um pouco como uma bola de rugby ou a uma obra de arte moderna, posso assegurar-vos que alguns cientistas trocariam os seus filhos por esta imagem", afirmou George Efstathiou, astrofísico da Universidade britânica de Cambridge. "Porque é uma imagem do Universo tal como era apenas 380 mil anos após o Big Bang", quando a temperatura era de três mil graus.
Antes disso, o Universo era tão quente que a luz não podia escapar. O Planck capturou em todo o céu o registo fóssil dos primeiros fotões (partículas de luz) que surgiram no cosmos, viajando mais de 13 mil milhões de anos para chegar até nós.
O mapa dos céus agora divulgado baseia-se em dados recolhidos durante 15 meses pelo telescópio espacial Planck, que custou 600 milhões de euros.

quarta-feira, 13 de março de 2013

ALMA nasce com descoberta no currículo


Telescópio foi inaugurado hoje no Chile

O maior telescópio do mundo foi inaugurado hoje no deserto de Atacama, no Chile
O ALMA, o maior telescópio do mundo, que abre uma nova janela de observação para as distâncias mais longínquas do universo e que foi inaugurado no deserto de Atacama, no Norte do Chile, nasce com novidades no currículo. Hoje mesmo é publicada na Nature e no Astrophysical Journal a descoberta de um grupo de galáxias com formação explosiva de estrelas que inclui as duas mais distantes de sempre deste tipo já identificadas. 

Estes dados novos, que resultam de uma das primeiras observações do ALMA, indicam que estas galáxias muito ativas, onde a formação de estrelas é literalmente explosiva - formam-se ali mil vezes mais estrelas do que por exemplo, na Via Láctea -, são afinal mais abundantes no universo do que se pensava até agora, afirmam os seus descobridores, que foram liderados por Joaquin Vieira, do California Institute of Technology, nos Estados Unidos.
A descoberta destas galáxias onde já estavam a formar-se estrelas mil milhões de anos depois do Big Bang, numa fase muito próxima do início do universo, vem mostrar também que o alcance do ALMA para estas observações longínquas é certeiro.
As observações foram feitas durante o período experimental do ALMA, que se iniciou em Setembro de 2011 e que decorreu até agora, com a utilização de apenas 16 antenas. Nesta altura, quando acaba de ser inaugurado, tem já 57 das 66 que vai integrar quando ficar completo, no final deste ano. O conjunto das 16, no entanto, já demonstrou que o ALMA vai poder descobrir novas galáxias, estrelas e planetas que até agora eram invisíveis aos atuais telescópios e radiotelescópios.
As galáxias massivas mais distantes que foram agora descobertas graças ao ALMA têm uma atividade muito intensa e, por vezes, estão em colisão com outras galáxias do mesmo tipo. O seu estudo detalhado poderá ser feito a partir de agora, recorrendo a este mesmo telescópio. "Estamos agora a tentar utilizar as moléculas que vemos ali para perceber como e por que motivo elas são tão ativas", explicou Justin Spilker, coautor do estudo e também investigador do California Institute of Tecnhology.
Fonte: Diário de Notícias Virtual

sábado, 9 de março de 2013

Canadá pode perder 20% glaciares até 2100

Canadá pode perder 20% glaciares até 2100
 
Um quinto dos glaciares do Canadá podem desaparecer até ao fim do século, devido ao aquecimento climático, contribuindo para uma subida do nível dos oceanos em 3,5 centímetros, apurou um estudo hoje divulgado na revista Geophysical Research Letters. 

Uma redução em 20 por cento dos glaciares canadianos até ao fim do século corresponde a um aumento em três graus Celsius da temperatura média terrestre no período.
"Mesmo na hipótese de um aumento moderado da temperatura, é muito provável que os gelos derretam a um ritmo alarmante", disse Jan Lenaerts, um meteorologista da Universidade de Utrecht, nos Países Baixos, o autor principal do trabalho, considerando "muitas fracas as possibilidades de isto se inverter", uma vez que o fenómeno parece "irreversível".
O derreter das neves na tundra e do gelo no oceano em torno dos glaciares vai intensificar o aquecimento global, com efeitos desastrosos nas calotes glaciares do norte do Canadá.
A neve e o gelo refletem os raios de sol. Com o seu desaparecimento, uma grande parte do calor daquela reflexão é absorvida pela terra e pelo oceano, o que faz aumentar a temperatura.
Mas, em torno dos glaciares canadianos, a alta seria de oito graus, estima o professor Lenaerts, que sublinhou não se tratar de um cenário extremo.

Fonte:Diário de Notícias Virtual

terça-feira, 5 de março de 2013

Hugo Chávez morreu


Hugo Chávez

Hugo Chávez
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, morreu esta noite, anunciou o 'vice' Nicolás Maduro.
A notícia está a ser avançada pela France Press.
O líder venezuelano lutava contra o cancro e estava com uma infeção pulmonar decorrente do estado de depressão imunológica que tinha resultante dos tratamentos de químio e radioterapia.

sábado, 2 de março de 2013

Astrónomos detetam possível planeta em formação


Ilustração da formação de um planeta gasoso gigante

Ilustração da formação de um planeta gasoso giganteFotografia © Reprodução/ESO
Astrónomos no sul do Chile capturaram a primeira imagem direta de um protoplaneta, em formação junto a outra estrela e envolvido numa camada espessa de gás e pó, noticia a AFP.
Uma equipa internacional de investigadores disse que o 'disco' de gás e pó que envolve a jovem estrela HD 100546, localizada a 335 anos-luz do planeta Terra na via láctea, poderá ser um gigante gasoso semelhante a Júpiter.
"Até agora a formação de planetas tem sido um tema abordado nas simulações de computador", disse o cientista Sascha Quanz, astrónomo na universidade suíça ETH Zurich.
"Se a nossa descoberta for de facto um planeta em formação, esta será a primeira vez que os cientistas serão capazes de estudar o processo de formação de planetas e a interação no seu ambiente numa fase muito precoce", acrescentou.
Os cientistas detetaram o protoplaneta usando uma câmara de alta resolução ligada ao telescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO) no deserto de Atacama no Chile.
Fonte:Diário de Notícias Virtual

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Calculada velocidade impressionante de buraco negro



Ilustração
Fotografia © Reprodução/CfA
Pela primeira vez, astrónomos conseguiram calcular a rotação de um buraco negro super-maciço. A esfera com mais de dois milhões de quilómetros de diâmetro, oito vezes a distância da Terra à Lua, está no centro da galáxia 'NGC 1365' e gira tão rápido que a sua superfície está a viajar no espaço quase à velocidade da luz.
A medição de rotação dá pistas preciosas sobre como o buraco negro cresceu e alcançou o estatuto de super-maciço, o maior tipo de buraco negro. Esse crescimento influencia a evolução das galáxias, pelo que esse simples número pode ensinar muito aos cientistas.
Investigadores do Centro de Astrofísica (CfA, sigla em inglês) da Universidade de Harvard, nos EUA, utilizaram novos dados recolhidos por dois satélites espaciais, NUSTAR e XMM-Newton, para calcular a impressionante taxa de rotação. O estudo foi publicado hoje na revista científica Nature.
"Esta é a primeira vez que alguém mediu com precisão a rotação de um buraco negro super-maciço", disse o autor principal do estudo, Guido Risaliti, num comunicado do CfA. Os buracos negros são extremamente difíceis de estudar, pois muito do que a astronomia observa depende da deteção da luz.
A gravidade de um buraco negro é tão forte que, enquanto ele gira, ele arrasta o espaço circundante junto. A borda do buraco giratório é chamada 'horizonte de eventos'. Qualquer matéria que cruze o horizonte de eventos é sugado para o interior do buraco.
A rotação do objeto espacial interessa aos astrónomos por várias razões. A primeira é física, pois apenas duas medidas conseguem definir um buraco negro: a sua massa e a sua rotação. Os estudiosos explicam que ao chegar a esses dois números, fica-se a saber tudo o que há para saber sobre o buraco negro.
Fonte: Diário de Notícias Virtual
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Pulseira permite controlar quase tudo com gestos


Pulseira permite controlar quase tudo com gestos

Fotografia © Reprodução/Youtube
(COM VÍDEO) Uma 'pulseira Jedi', que permite ao utilizador interagir com o mundo digital apenas com o movimentos das mãos, será lançada até o final do ano e já pode ser encomendada por cerca de 115 euros.
A empresa que desenvolveu o produto, a Thalmic Labs, divulgou um vídeo ontem em que demonstra as capacidades do dispositivo, que já pode ser encomendado no site da companhia por 149 dólares e deverá ser entregue até o fim do ano.
A pulseira, batizada de MYO, deteta a atividade elétrica produzida pelos músculos do seu utilizador e, com funções pré-definidas para cada gesto, consegue controlar equipamentos eletrónicos e interagir os meios digitais como videojogos, telemóveis e computadores.
Os idealizadores do produto esperam melhorar as habilidades dos utilizadores. "Nós estamos interessados em como podemos usar a tecnologia para melhorar as nossas habilidades como seres humanos - em suma, dar-nos super-poderes", disse Stephen Lake, co-fundador e presidente da companhia, ao jornal britânico Daily Mail.
Fonte:Diário de Notícias Virtual

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Vida poderá encontrar-se perto de estrelas moribundas


Vida poderá encontrar-se perto de estrelas moribundas

Fotografia © Reprodução/CfA
Estrelas a morrer podem ter planetas com vida na sua órbita, aponta um estudo do Centro de Astrofísica (CfA, sigla em inglês) da Universidade de Harvard. Os cientistas acreditam que, se tal vida existir mesmo, poderão ser detetá-la na próxima década.
Segundo os investigadores, as buscas deverão concentrar-se em estrelas que estão a morrer, as anãs brancas. Eles acreditam que será muito mais fácil detetar oxigénio na atmosfera de um planeta a orbitar uma anã branca do que num planeta a orbitar uma estrela semelhante ao Sol.
"Na busca por evidências biológicas extraterrestres, as primeiras estrelas a ser estudadas devem ser as anãs brancas", disse Avi Loeb, teórico do CfA.
Quando uma estrela como o Sol morre, ela ejeta as suas camadas externas, deixando um núcleo quente, que é chamado de anã branca. O seu tamanho típico é semelhante ao da Terra, mas praticamente com a mesma massa da estrela que lhe dá origem. Ela arrefece aos poucos e desaparece com o tempo, mas pode reter o calor suficiente para aquecer um planta ao seu redor por milhares de milhões de anos.
Como uma anã branca é muito menor e mais fraca do que o Sol, um planeta teria de estar muito mais próximo dela para ser habitável, ter água líquida na sua superfície. Tal planeta daria uma volta a cada 10 horas da estrela que orbita.
Mas, antes de uma estrela se tornar uma anã branca, ela incha, dando origem a uma gigante vermelha, e 'engole' os planetas próximos. Assim, o planeta onde se espera encontrar vida deveria ter entrado na zona habitável da estrela só depois de ela se tornar uma anã branca. O planeta poderia ser formado a partir dos restos de poeira e gás (conhecido como de segunda geração), ou migrar para perto da estrela vindo de uma distância maior.
Fonte: Diário de Notícias Virtual

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Cometa deve poder ser visto a olho nu


Cometa deve poder ser visto a olho nu                         Fotografia © Reprodução/NASA

(COM VÍDEO) O cometa 'Pan-STARRS' foi descoberto por astrónomos norte-americanos em junho de 2011. No início de março, o corpo celeste vai passar a cerca de 160 milhões de quilómetros da Terra, após entrar brevemente na órbita de Mercúrio. Grande parte dos cientistas acredita que será visível a olho nu, tão brilhante quanto as estrelas da constelação Ursa Maior.

Muito além das órbitas de Neptuno e Plutão, onde o Sol é apenas um pontinho de luz não muito mais brilhante que as outras estrelas, uma enorme quantidade de corpos gelados circula pelo sistema solar. Essa zona é chamada pelos astrónomos de 'Nuvem de Oort', e seria a fonte dos melhores cometas da história.
É de lá que vêm o Pan-STARSS, descoberto pelo Telescópio de Investigação Panorâmica e Sistema de Resposta Rápida no topo do vulcão Haleakala, no Havaí. Os astrónomos utilizam o telescópio de 1,8 metro para vasculhar os céus em busca de objetos que se aproximam da Terra, tanto asteroides como cometas, que podem representar algum perigo para o nosso planeta.
O cometa que apareceu em junho de 2011 foi chamado de "Pan-STARRS", sigla para o nome do telescópio (Panoramic Survey Telescope and Rapid Response System, em inglês).
Veja o vídeo da NASA a explicar as previsões (em inglês):

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Há um micro continente pré-histórico junto às Maurícias


No Oceano Índico, bem próximo das ilhas Maurícias, encontra-se um micro continente pré-histórico sob uma espessa camada de lava e a vários milhares de metros de profundidade. Disto dá conta um estudo divulgado hoje (domingo).

Este fragmento de um continente chamado Mauritia, surgiu aqui há cerca de 60 milhões de anos, onde agora se situa Madagáscar. Este pedaço de solo foi coberto por uma enorme quantidade de lava surgida do coração da Terra. De acordo com a AFP, a informação consta de um estudo publicado na revista científica britânica Nature Geoscience.
A formação dos continentes é frequentemente associada a 'plumas' de rochas extremamente quentes resultantes do manto terrestre. O calor vai atenuando, suavizando as placas tectónicas após uma intensa atividade vulcânica.
Assim, a parte oriental do Gondwana, um "supercontinente" que apareceu há cerca de 600 milhões de anos começou a fraturar na época Jurássica. A fragmentação deu origem a Madagáscar, Índia, Austrália e Antártida que migrou para ocupar a sua atual posição.
Em certos casos, alguns fragmentos de massa foram ficando pelo caminho, dando origem a agrupamentos de terra como é o arquipélago das Seychelles, em tempo considerado uma curiosidade geológica pela comunidade científica.
Este micro continente agora descoberto resulta de uma formação muito semelhante à das Seychelles. E os estudo diz ainda que "o Oceano Índico pode estar repleto de fragmentos de continente".
fONTE: Diário de Notícias Virtual

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Foto de 'hiper resolução' mostra Londres a 360

Foto de 'hiper resolução' mostra Londres a 360º


É com uma composição de 320 gigapixels e 48 mil quadros individuais que se cria a maior panorâmica do mundo. A imagem é tão detalhada que permite ver Londres de uma ponta à outra, passando pela torre do Big Ben, os armazéns Harrods e a roda gigante, conhecida como London Eye ou a Roda do Milénio.
Veja aqui o mapa interativo da cidade londrina
Instalados do topo da Torre BT - décimo edifício mais alto de Londres - com quatro câmaras Canon EOS 7D, Jeffrey Martin, Tom Mills e Holger Schulze, responsáveis pela captação e tratamento das imagens, lutaram contra a chuva, o vento e temperaturas congelantes para retratar cada pedaço da cidade em apenas três dias.
Apesar das dificuldades da primeira parte do projeto, o processo de montagem foi ainda mais longo. Foram precisos três meses para que os técnicos de imagens conseguissem processar a informação e criar um retrato completo de Londres.
Terminado, o mapa interativo convida os internautas a encontrar os pontos atrativos da cidade ou descobrir "novos" lugares, que não sabiam existir na capital inglesa.
Impressa em papel, a panorâmica chega a alcançar os 98 metros de diâmetro e os 24 metros de altura - ficando quase tão grande como o Palácio de Buckingham, que também pode ser visto na imagem...
Fonte: Diário de Notícias Virtual