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domingo, 24 de fevereiro de 2013

Há um micro continente pré-histórico junto às Maurícias


No Oceano Índico, bem próximo das ilhas Maurícias, encontra-se um micro continente pré-histórico sob uma espessa camada de lava e a vários milhares de metros de profundidade. Disto dá conta um estudo divulgado hoje (domingo).

Este fragmento de um continente chamado Mauritia, surgiu aqui há cerca de 60 milhões de anos, onde agora se situa Madagáscar. Este pedaço de solo foi coberto por uma enorme quantidade de lava surgida do coração da Terra. De acordo com a AFP, a informação consta de um estudo publicado na revista científica britânica Nature Geoscience.
A formação dos continentes é frequentemente associada a 'plumas' de rochas extremamente quentes resultantes do manto terrestre. O calor vai atenuando, suavizando as placas tectónicas após uma intensa atividade vulcânica.
Assim, a parte oriental do Gondwana, um "supercontinente" que apareceu há cerca de 600 milhões de anos começou a fraturar na época Jurássica. A fragmentação deu origem a Madagáscar, Índia, Austrália e Antártida que migrou para ocupar a sua atual posição.
Em certos casos, alguns fragmentos de massa foram ficando pelo caminho, dando origem a agrupamentos de terra como é o arquipélago das Seychelles, em tempo considerado uma curiosidade geológica pela comunidade científica.
Este micro continente agora descoberto resulta de uma formação muito semelhante à das Seychelles. E os estudo diz ainda que "o Oceano Índico pode estar repleto de fragmentos de continente".
fONTE: Diário de Notícias Virtual

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Foto de 'hiper resolução' mostra Londres a 360

Foto de 'hiper resolução' mostra Londres a 360º


É com uma composição de 320 gigapixels e 48 mil quadros individuais que se cria a maior panorâmica do mundo. A imagem é tão detalhada que permite ver Londres de uma ponta à outra, passando pela torre do Big Ben, os armazéns Harrods e a roda gigante, conhecida como London Eye ou a Roda do Milénio.
Veja aqui o mapa interativo da cidade londrina
Instalados do topo da Torre BT - décimo edifício mais alto de Londres - com quatro câmaras Canon EOS 7D, Jeffrey Martin, Tom Mills e Holger Schulze, responsáveis pela captação e tratamento das imagens, lutaram contra a chuva, o vento e temperaturas congelantes para retratar cada pedaço da cidade em apenas três dias.
Apesar das dificuldades da primeira parte do projeto, o processo de montagem foi ainda mais longo. Foram precisos três meses para que os técnicos de imagens conseguissem processar a informação e criar um retrato completo de Londres.
Terminado, o mapa interativo convida os internautas a encontrar os pontos atrativos da cidade ou descobrir "novos" lugares, que não sabiam existir na capital inglesa.
Impressa em papel, a panorâmica chega a alcançar os 98 metros de diâmetro e os 24 metros de altura - ficando quase tão grande como o Palácio de Buckingham, que também pode ser visto na imagem...
Fonte: Diário de Notícias Virtual

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Curiosity descobre que o interior de Marte é cinzento


Curiosity recolhendo as primeiras amostras cinzentas do subsolo marciano

Fotografia © Reuters
O planeta vermelho, só é vermelho por fora. O robô norte-americano Curiosity conseguiu extrair uma rocha cinzenta do interior do planeta. Esta operação representa um feito histórico já que é a primeira vez que a NASA consegue recolher uma amostra do interior de um planeta.
"A equipa científica está muito emocionada com o facto de estas amostras não serem da cor vermelha que associamos ao planeta Marte", afirmou Joel Hurowitz, responsável pelo sistema de recolha de amostras do Curiosity.
Segundo o jornal espanhol "ABC", para o períto da NASA "a cor vermelha do planeta deve-se à oxidação do ferro contido nas rochas e quando se explora abaixo da superfície consegue-se ver mais do que revelam as camadas superfíciais".
Os investigadores acreditam que a amostra agora recolhida terá indícios de que no passado poderá ter havido água em Marte e por conseguinte, o planeta poderia ter tido condições para permitir formas de vida.
A pequena rocha extraida pelo Curiosity mede apenas 1,6 centímetros de diâmetro, é de origam sedimentária e será analizada por um instrumento chamado "In-Situ Martian Rock Analysis".
A equipa da NASA chamou a esta amostra histórica "John Klein", em homenagem ao responsável adjunto do programa Curiosity, falecido em 2011.
Fonte:Diário de Notícias Virtual

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Meteorito gigante caiu na Austrália há 360 milhões de anos


Cientistas descobriram uma zona de impacto de 200 quilómetros de diâmetro no interior australiano que terá sido provocada pela queda de um gigantesco meteorito há 360 milhões de anos, informou hoje um membro da equipa.

O meteorito mediria entre 10 e 20 quilómetros de diâmetro, mil vezes maior que o que caiu na região russa dos Urais na semana passada, com cerca de 20 metros de diâmetro, segundo Andrew Glikson, professor convidado da universidade nacional australiana.
Enquanto o evento de sexta-feira passada provocou uma onda de choque que estilhaçou vidros e feriu centenas de pessoas na cidade de Chelyabinsk, a queda do meteorito australiano terá tido consequências à escala global, adiantou Glikson.
"O que é realmente impressionante é a extensão da zona que sofreu o impacto. Um mínimo de 200 quilómetros de diâmetro, o que faz com que esta seja a terceira maior superfície do mundo impactada pela queda de um objeto celeste", acrescentou o cientista.
O investigador sublinhou ainda a raridade de eventos deste género, sublinhando que asteroides desta dimensão entram em colisão com a Terra uma vez em muitas dezenas de milhões de anos.
"Penso que não temos de nos preocupar com isso. Pelo menos não tanto como com acidentes nucleares e com as alterações climáticas", afirmou.
Fonte: Diário de Notícias Virtual

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