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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Curiosity descobre que o interior de Marte é cinzento


Curiosity recolhendo as primeiras amostras cinzentas do subsolo marciano

Fotografia © Reuters
O planeta vermelho, só é vermelho por fora. O robô norte-americano Curiosity conseguiu extrair uma rocha cinzenta do interior do planeta. Esta operação representa um feito histórico já que é a primeira vez que a NASA consegue recolher uma amostra do interior de um planeta.
"A equipa científica está muito emocionada com o facto de estas amostras não serem da cor vermelha que associamos ao planeta Marte", afirmou Joel Hurowitz, responsável pelo sistema de recolha de amostras do Curiosity.
Segundo o jornal espanhol "ABC", para o períto da NASA "a cor vermelha do planeta deve-se à oxidação do ferro contido nas rochas e quando se explora abaixo da superfície consegue-se ver mais do que revelam as camadas superfíciais".
Os investigadores acreditam que a amostra agora recolhida terá indícios de que no passado poderá ter havido água em Marte e por conseguinte, o planeta poderia ter tido condições para permitir formas de vida.
A pequena rocha extraida pelo Curiosity mede apenas 1,6 centímetros de diâmetro, é de origam sedimentária e será analizada por um instrumento chamado "In-Situ Martian Rock Analysis".
A equipa da NASA chamou a esta amostra histórica "John Klein", em homenagem ao responsável adjunto do programa Curiosity, falecido em 2011.
Fonte:Diário de Notícias Virtual

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Meteorito gigante caiu na Austrália há 360 milhões de anos


Cientistas descobriram uma zona de impacto de 200 quilómetros de diâmetro no interior australiano que terá sido provocada pela queda de um gigantesco meteorito há 360 milhões de anos, informou hoje um membro da equipa.

O meteorito mediria entre 10 e 20 quilómetros de diâmetro, mil vezes maior que o que caiu na região russa dos Urais na semana passada, com cerca de 20 metros de diâmetro, segundo Andrew Glikson, professor convidado da universidade nacional australiana.
Enquanto o evento de sexta-feira passada provocou uma onda de choque que estilhaçou vidros e feriu centenas de pessoas na cidade de Chelyabinsk, a queda do meteorito australiano terá tido consequências à escala global, adiantou Glikson.
"O que é realmente impressionante é a extensão da zona que sofreu o impacto. Um mínimo de 200 quilómetros de diâmetro, o que faz com que esta seja a terceira maior superfície do mundo impactada pela queda de um objeto celeste", acrescentou o cientista.
O investigador sublinhou ainda a raridade de eventos deste género, sublinhando que asteroides desta dimensão entram em colisão com a Terra uma vez em muitas dezenas de milhões de anos.
"Penso que não temos de nos preocupar com isso. Pelo menos não tanto como com acidentes nucleares e com as alterações climáticas", afirmou.
Fonte: Diário de Notícias Virtual

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Novo Endereço

O blog Fenómenos Científicos e o Nosso Planeta tem um novo endereço que é: fenomenosuniversais.pt

Três horas sem contacto com a Estação Espacial


Três horas sem contacto com a Estação Espacial

Fotografia © NASA
A agência espacial norte-americana (NASA) divulgou hoje ter perdido as comunicações com a Estação Espacial Internacional (EEI), atribuindo a falha a um eventual problema informático.
A NASA informou igualmente que os astronautas a bordo da estação e os engenheiros da agência espacial estão a trabalhar para restabelecer as comunicações.
"Esta manhã, cerca das 09:45 (14:45 na hora de Lisboa), a Estação Espacial Internacional perdeu o contacto com o solo. Os controladores de voo em Houston (Texas, sul dos Estados Unidos) estavam a atualizar o sistema informático a bordo da estação, mas o sistema começou a funcionar mal", precisou a NASA, num comunicado.
A agência espacial norte-americana referiu que o computador principal que gere os parâmetros da vida a bordo da EEI foi substituído por um sistema de recurso. Este sistema não permite comunicações via satélite.
A NASA conseguiu reestabelecer totalmente o contacto por volta das 12:34 (17:34 hora de Lisboa), depois de um breve contacto por volta das 11.00 (16.00 em Lisboa), durante o qual a tripulação recebeu instruções para trabalhar com um computador de recurso.
O atual comandante da EEI, Kevin Ford, fez saber que estava tudo a correr bem na estação e que a equipa estava a trabalhar.
Fonte: DN