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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Meteorito gigante caiu na Austrália há 360 milhões de anos


Cientistas descobriram uma zona de impacto de 200 quilómetros de diâmetro no interior australiano que terá sido provocada pela queda de um gigantesco meteorito há 360 milhões de anos, informou hoje um membro da equipa.

O meteorito mediria entre 10 e 20 quilómetros de diâmetro, mil vezes maior que o que caiu na região russa dos Urais na semana passada, com cerca de 20 metros de diâmetro, segundo Andrew Glikson, professor convidado da universidade nacional australiana.
Enquanto o evento de sexta-feira passada provocou uma onda de choque que estilhaçou vidros e feriu centenas de pessoas na cidade de Chelyabinsk, a queda do meteorito australiano terá tido consequências à escala global, adiantou Glikson.
"O que é realmente impressionante é a extensão da zona que sofreu o impacto. Um mínimo de 200 quilómetros de diâmetro, o que faz com que esta seja a terceira maior superfície do mundo impactada pela queda de um objeto celeste", acrescentou o cientista.
O investigador sublinhou ainda a raridade de eventos deste género, sublinhando que asteroides desta dimensão entram em colisão com a Terra uma vez em muitas dezenas de milhões de anos.
"Penso que não temos de nos preocupar com isso. Pelo menos não tanto como com acidentes nucleares e com as alterações climáticas", afirmou.
Fonte: Diário de Notícias Virtual

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Novo Endereço

O blog Fenómenos Científicos e o Nosso Planeta tem um novo endereço que é: fenomenosuniversais.pt

Três horas sem contacto com a Estação Espacial


Três horas sem contacto com a Estação Espacial

Fotografia © NASA
A agência espacial norte-americana (NASA) divulgou hoje ter perdido as comunicações com a Estação Espacial Internacional (EEI), atribuindo a falha a um eventual problema informático.
A NASA informou igualmente que os astronautas a bordo da estação e os engenheiros da agência espacial estão a trabalhar para restabelecer as comunicações.
"Esta manhã, cerca das 09:45 (14:45 na hora de Lisboa), a Estação Espacial Internacional perdeu o contacto com o solo. Os controladores de voo em Houston (Texas, sul dos Estados Unidos) estavam a atualizar o sistema informático a bordo da estação, mas o sistema começou a funcionar mal", precisou a NASA, num comunicado.
A agência espacial norte-americana referiu que o computador principal que gere os parâmetros da vida a bordo da EEI foi substituído por um sistema de recurso. Este sistema não permite comunicações via satélite.
A NASA conseguiu reestabelecer totalmente o contacto por volta das 12:34 (17:34 hora de Lisboa), depois de um breve contacto por volta das 11.00 (16.00 em Lisboa), durante o qual a tripulação recebeu instruções para trabalhar com um computador de recurso.
O atual comandante da EEI, Kevin Ford, fez saber que estava tudo a correr bem na estação e que a equipa estava a trabalhar.
Fonte: DN

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Aprovada comercialização do primeiro 'olho biónico'


Aprovada comercialização do primeiro 'olho biónico'



(COM VÍDEO) Aparelho batizado de 'Argus II' ajuda pessoas que perderam a visão devido a uma doença rara a distinguir formas e movimentos. Com a sua comercialização autorizada esta semana pela Agência de Medicamentos americana (FDA, sigla em inglês), Argus II será o primeiro aparelho do género a chegar ao mercado. Apoiado também por autoridades europeias, o dispositivo já foi implantado em cerca de 60 pessoas no mundo.

Embora o dispositivo não seja capaz de restaurar a visão, ele dá aos utentes a capacidade de perceber a diferença entre a luz e a escuridão. O aparelho é composto por uma câmara de vídeo, um transmissor sobre um par de óculos e uma unidade de processamento de imagens, que transforma as imagens em dados eletrónicos enviados para uma prótese implantada na retina.
A empresa explica o funcionamento do sistema neste vídeo:
"Esse novo sistema é uma grande oportunidade para as pessoas que não têm visão devido à retinite pigmentosa (RP). Este olho biónico permite-lhes ter perceções de formas e movimentos. Funções que, também, lhes possibilitam ser mais independentes e realizar as tarefas diárias", disse num comunicado Jeffrey Shuren, diretor do Centro para Saúde Radiológica e Dispositivos da FDA.
Retinite pigmentosa é uma doença genética rara que afeta principalmente as células que detetam a luz na retina. Num olho saudável, essas células convertem os raios de luz em impulsos elétricos que enviam informações através do nervo ótico até ao cérebro, que classifica os sinais e os transforma em imagens. A RP atinge cerca de cem mil pessoas nos Estados Unidos, de acordo com dados da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte:DN