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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Três horas sem contacto com a Estação Espacial


Três horas sem contacto com a Estação Espacial

Fotografia © NASA
A agência espacial norte-americana (NASA) divulgou hoje ter perdido as comunicações com a Estação Espacial Internacional (EEI), atribuindo a falha a um eventual problema informático.
A NASA informou igualmente que os astronautas a bordo da estação e os engenheiros da agência espacial estão a trabalhar para restabelecer as comunicações.
"Esta manhã, cerca das 09:45 (14:45 na hora de Lisboa), a Estação Espacial Internacional perdeu o contacto com o solo. Os controladores de voo em Houston (Texas, sul dos Estados Unidos) estavam a atualizar o sistema informático a bordo da estação, mas o sistema começou a funcionar mal", precisou a NASA, num comunicado.
A agência espacial norte-americana referiu que o computador principal que gere os parâmetros da vida a bordo da EEI foi substituído por um sistema de recurso. Este sistema não permite comunicações via satélite.
A NASA conseguiu reestabelecer totalmente o contacto por volta das 12:34 (17:34 hora de Lisboa), depois de um breve contacto por volta das 11.00 (16.00 em Lisboa), durante o qual a tripulação recebeu instruções para trabalhar com um computador de recurso.
O atual comandante da EEI, Kevin Ford, fez saber que estava tudo a correr bem na estação e que a equipa estava a trabalhar.
Fonte: DN

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Aprovada comercialização do primeiro 'olho biónico'


Aprovada comercialização do primeiro 'olho biónico'



(COM VÍDEO) Aparelho batizado de 'Argus II' ajuda pessoas que perderam a visão devido a uma doença rara a distinguir formas e movimentos. Com a sua comercialização autorizada esta semana pela Agência de Medicamentos americana (FDA, sigla em inglês), Argus II será o primeiro aparelho do género a chegar ao mercado. Apoiado também por autoridades europeias, o dispositivo já foi implantado em cerca de 60 pessoas no mundo.

Embora o dispositivo não seja capaz de restaurar a visão, ele dá aos utentes a capacidade de perceber a diferença entre a luz e a escuridão. O aparelho é composto por uma câmara de vídeo, um transmissor sobre um par de óculos e uma unidade de processamento de imagens, que transforma as imagens em dados eletrónicos enviados para uma prótese implantada na retina.
A empresa explica o funcionamento do sistema neste vídeo:
"Esse novo sistema é uma grande oportunidade para as pessoas que não têm visão devido à retinite pigmentosa (RP). Este olho biónico permite-lhes ter perceções de formas e movimentos. Funções que, também, lhes possibilitam ser mais independentes e realizar as tarefas diárias", disse num comunicado Jeffrey Shuren, diretor do Centro para Saúde Radiológica e Dispositivos da FDA.
Retinite pigmentosa é uma doença genética rara que afeta principalmente as células que detetam a luz na retina. Num olho saudável, essas células convertem os raios de luz em impulsos elétricos que enviam informações através do nervo ótico até ao cérebro, que classifica os sinais e os transforma em imagens. A RP atinge cerca de cem mil pessoas nos Estados Unidos, de acordo com dados da Universidade do Sul da Califórnia, em Los Angeles.
Fonte:DN

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Asteróide já fez a sua maior aproximação à Terra


O asteroide tem cerca de 45 metros de diâmetro                      

Fotografia © REUTERS/NASA/JPL-Caltech/Handout

Eram 19:54 (hora de Lisboa) quando o asteroide 2012 DA14 efetuou a sua maior aproximação à Terra, a cerca de 27.680 quilómetros acima da superfície terrestre, anunciou a NASA, citada pela CNN.




Meteorito que fez quase mil feridos caiu a 30 km/segundo


Meteorito que fez quase mil feridos caiu a 30 km/segundo

O Governador da região de Cheliabinsk, Mikhail Lourevitch, anunciou que o número de feridos provocado pela queda do meteorito na região dos Montes Urais subiu para 950. Entre as vítimas há 82 crianças, duas das quais estão internadas nos cuidados intensivos, avança a Sky News.
VEJA AQUI UM VÍDEO COM IMAGENS DA QUEDA DO METEORITO:
O Ministério para Situações de Emergência da Rússia tinha anteriormente relatado um total de 524 feridos, tendo agora o Governador avançado, à agência RIA Novosti, um número que quase duplica as vítimas. A maioria das vítimas atingidas por estilhaços de vidros, que se partiram devido às ondas de choque libertadas pelas explosões do meteoro no seu percurso até atingir o solo.
O meteorito caiu, hoje de manhã, a cerca de 80 quilómetros da cidade de Tcheliabinsk, na região com o mesmo nome, explicou um porta-voz governamental à agência Interfax. Os militares russos terão já encontrado uma cratera de seis metros de diâmetro, onde terá caído o meteorito.
As autoridades indicaram que o meteorito caiu a 30 quilómetros por segundo, tendo-se desintegrado em vários "pequenos fragmentos" antes de atingir a superfície do planeta.
A Academia Rússia de Ciências disse que o meteorito pesava dez toneladas antes de entrar na atmosfera terrestre, segundo o site RT, ligado à Novosti TV. A mesma fonte indicava que o meteorito teria explodido pelo menos nove vezes antes de atingir a Terra.
O exército russo foi obrigado a desmentir quaisquer ações relacionadas com a queda do meteorito: "O ministério da Defesa russo não tomou qualquer ação relacionada com o incidente. Não foram detetados no ar quaisquer aeronaves em nenhum período de tempo", esclareceu o ministério em comunicado. Quando se deu o incidente existiram relatos não confirmados que acusavam os militares de terem disparado contra o meteorito, que se desintegrou.
O fornecimento de gás foi cortado em centenas de casas na região e, segundo a agência noticiosa russa RIA Novosti, estima-se que mais de 20 mil trabalhadores de equipas de salvamento tenham sido mobilizados para o local.
O primeiro-ministro russo, Dmitri Medvedev, declarou, no Fórum Económico Internacional de Krasnoiarsk, esperar que as consequências da chuva de meteoritos "não sejam graves".
"Não obstante, é uma prova de que não é só a economia que é vulnerável, mas todo o nosso planeta", frisou.
"Patrulhas reforçadas garantem a ordem pública nos edifícios atingidos e onde se registaram avarias e foram tomadas medidas para proteger a propriedade", acrescentou a fonte.
As autoridades locais encerraram todas as escolas e jardins de infância, devido ao facto de a maior parte terem ficado sem vidros nas janelas.
"Hoje, em Cheliabinsk, a temperatura é de 18 graus negativos, por isso decidimos encerrar todas as escolas e infantários", anunciou Guennadi Onischenko, dirigente dos serviços sanitários da Rússia.
Os cientistas não excluem a possibilidade de uma nova queda de meteoritos noutras regiões da Rússia ocorrer na noite de sexta para sábado.
Dmitri Rogozin, vice-primeiro-ministro russo encarregado do setor militar-industrial, defendeu a necessidade de criação de um sistema de defesa contra "objetos extraterrestres" pelos maiores países do mundo.
"Hoje, nem a Rússia, nem os Estados Unidos têm possibilidade de abater meteoritos", sublinhou Rogozin.
DN

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Apple acelera projeto 'iWatch'


Apple acelera projeto 'iWatch'

Fotografia © Reprodução

Cerca de cem profissionais da Apple formam uma equipa que está a trabalhar exclusivamente no relógio 'iWatch', que terá conexão com a Internet e outros gadgets da companhia, revelaram à agência Bloomberg fontes próximas ao projeto.

O grupo é composto por profissionais da cadeia de produção, design, pós produção, desde engenheiros de computação a especialistas em marketing. Como de costume na empresa fundada por Steve Jobs, a equipa está afastada de outros projetos e isolada dos outros companheiros de trabalho. Segundo as mesmas fontes, o tamanho e a diversidade do grupo denuncia que o projeto está muito avançado.
Assim como ocorreu com o iPhone e o iPad, o iWatch não será o primeiro produto do seu tipo. O relógio da Apple chegará após o 'Smartwatch' da Sony e o italiano 'i'm watch'. Mas espera-se que o produto seja muito procurado, pelo menos pelos fãs incondicionais da marca, agradando assim aos accionistas ávidos por mais dividendos.
A margem de lucro do relógio seria alta, e, ao contrário de outros aparelhos eletrónicos, o seu mercado pretende-se mais amplo, desde os consumidores de relógios de luxo aos colecionadores, passando pelos que apenas seguem as tendências de moda.
DN