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sábado, 9 de fevereiro de 2013

Etiópia quer lançar primeiro satélite espacial


A Etiópia pretende lançar o seu primeiro satélite espacial dentro de dois anos, anunciou hoje o governo de Adis Abeba, noticia o jornal etíope "The Reporter", citado pela agência espanhola Efe.

De acordo com o vice primeiro-ministro, Debretsion Gebremicha, o satélite vai servir para fins de comunicação e o governo já está a preparar o seu desenho, construção e lançamento.
"Não é uma coisa que vá acontecer da noite para o dia, já que requer um financiamento adequado e recursos humanos", afirmou o governante, esclarecendo que o lançamento deverá ocorrer em território etíope daqui a dois anos.
Segundo informações reveladas na página online da Sociedade Etíope do Espaço e da Ciência, o satélite vai chamar-se ET-SAT, terá pequenas dimensões e vai ser o primeiro aparelho que uma instituição da Etiópia vai construir e pôr em órbita.
O projeto de construção vai ter apoios do Instituto de Von Karman, de Bruxelas, por ter sido o único projeto africano selecionado entre as 71 propostas recebidas de 38 países.
O Instituto de Tecnologia de Adis Abeba, por seu turno, vai ser responsável pelo desenho e pela construção do satélite.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

'Nova Terra' estará mais próxima do que se pensava


Hipotético planeta habitável a orbitar uma anã vermelha

Fotografia © Reprodução/CfA Harvard

Cientistas do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, nos EUA, a partir de dados do telescópio espacial Kepler disponibilizados pela NASA, descobriram que 6% das estrelas anãs vermelhas têm planetas habitáveis do tamanho da Terra na sua órbita. Como essas estrelas são as mais comuns na nossa galáxia, um planeta parecido com a Terra poderá estar a apenas 13 anos luz de distância.

"Nós pensávamos que teríamos de procurar em grandes distâncias para encontrar um planeta como a Terra. Agora percebemos que outra Terra está, provavelmente, no nosso próprio quintal, à espera de ser descoberta", disse a astrónoma de Harvard e principal autora do estudo, Courtney Dressing, numa conferência de imprensa em Cambridge, no estado americano de Massachusetts, onde apresentou as suas descobertas esta semana.
A estudar as estatísticas do telescópio Kepler, o maior "caçador de planetas" da NASA, os pesquisadores descobriram que até 6% das estrelas chamadas "anãs vermelhas" têm planetas do tamanho da Terra que as orbitam. Esses planetas estão nas suas "zonas habitáveis", ou seja, numa zona orbital que permite a existência de água em estado líquido.
Tendo em conta que as anãs vermelhas são o tipo de estrelas mais abundante na nossa galáxia, cerca de 75%, e a mais próxima da Terra está a apenas 13 anos-luz de distância, as hipóteses de encontrar uma "outra Terra" perto da nossa aumentaram consideravelmente.
Uma estrela anã vermelha comum é menor, mais fria e menos brilhante que o nosso Sol. Tem cerca de um terço do tamanho e um milésimo do brilho solar. Devido ao seu pequeno tamanho, a "zona habitável" das anãs vermelhas é muito próxima da estrela. Nenhuma anã vermelha pode ser vista a olho nu da Terra. E localizar planetas semelhantes próximos à Terra exige telescópios espaciais ou uma potente rede de telescópios terrestres.
Para chegar a essas conclusões, Dressing e sua equipa vasculharam as cerca de 158 mil estrelas catalogadas pelo Kepler para identificar quantas delas são anãs vermelhas. Depois analisaram com maior precisão seus tamanhos e temperaturas, e descobriram que afinal são menores e mais frias do que se pensava.
DN

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PARABÉNS!!!!!!!!

A final foi mesmo um asteroide a matar os dinossauros


Afinal foi mesmo um asteroide a matar os dinossauros


Datas mais precisas para a extinção dos dinossauros e para o impacto que ocorreu por volta do mesmo período, cerca de 66 milhões de anos atrás, foram determinadas por cientistas do Centro de Geocronologia da Universidade de Berkley, na Califórnia, e de universidades holandesas e britânicas.

A causa da extinção dos dinossauros sempre foi um dos grandes mistérios do mundo. As especulações e teorias são muitas: a queda de um cometa ou asteroide, erupções vulcânicas, mudanças climáticas, entre outras.
Os cientistas acreditam que, como as datas são tão próximas, o asteroide, se não for totalmente responsável foi, pelo menos, o golpe final para a extinção dos dinossauros.
"O impacto foi claramente a gota de água que levou a Terra para além do ponto de viragem", declarou Paul Renne, chefe da equipa de investigação. "Nós mostramos que esses eventos estão sincronizados (...) e, portanto, o impacto claramente desempenhou um papel importante na extinção, mas, provavelmente, não foi apenas o impacto", disse.
A data do impacto (há 66 milhões de anos atrás) é a mesma, dentro dos limites da margem de erro, da data da extinção, disse Renne, o que torna os eventos simultâneos. Essa descoberta esclarece a persistente dúvida sobre se o impacto ocorreu de facto antes ou após a extinção, caracterizada pelo desaparecimento quase imediato de registos fósseis de dinossauros terrestres e muitas criaturas marinhas.
Os investigadores desenvolveram uma técnica de datação aperfeiçoada e analisaram cinzas vulcânicas e fósseis de diversos sítios para determinar a data da extinção e do impacto. Segundo os investigadores, os eventos ocorreram dentro de um intervalo de 11 mil anos.
DN

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