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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Óculos japoneses impedem reconhecimento de câmaras


Óculos japoneses impedem reconhecimento de câmaras                             

Uma nova invenção japonesa parece ter saído de um verdadeiro filme de espiões. Desta vez, os nipónicos inventaram uns óculos que protegem a intimidade da pessoa que os estiver a usar. Assim, quem utilizar o engenho pode ser identificado à vista normal, mas não quando filmado ou fotografado por um aparelho digital.

Parecendo quase uns óculos de proteção de cientistas, a invenção dos investigadores do Instituto Nacional de Informática nipónico tem como intenção proteger a privacidade de cada um. Quem coloca os óculos pode ser identificado sem problemas à vista normal, mas aparece irreconhecível em imagens gravadas por uma câmara.
A nova tecnologia pretende proteger as pessoas que são fotografas ou filmadas sem o saberem e sem terem dado a sua autorização para tal, numa resposta ao complicado assunto da proteção de privacidade. Apesar das boas intenções da invenção, já se especula nas redes sociais o que poderá acontecer se o uso dos óculos cair em mãos menos apropriadas, podendo conduzir a mais problemas do que benefícios.
Os cientistas esclarecem que devido à popularização dos computadores portáteis, muitas vezes com câmaras incorporadas, é fácil revelar informação sobre os movimentos de qualquer pessoa e ter acesso a fotografias e distribui-las pela Internet, onde podem ser vistas por todo o mundo, dando lugar a uma maior necessidade de proteção de privacidade.
A nova invenção pode então desativar o reconhecimento facial das pessoas quando são fotografadas. O "visor de privacidade", como lhe chamam os seus criadores, incorpora uma fonte de luz infravermelha que afeta somente as câmaras fotográficas ou de filmar e não a visão das pessoas.
O prototipo mostra que os óculos para já só funcionam ligados a uma bateria, - através de um cabo USB, que o utilizador poderá levar por exemplo num bolso. As luzes LED infravermelhas estão assim ativas, não sendo visíveis a olho nu, mas apenas quando se liga um câmara digital.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

7000 visualizações

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 PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!

NASA descobre provas de existência de lago em Marte


A cratera, chamada McLaughlin, não tem grandes canais de afluxo de água

Uma sonda norte-americana na órbita de Marte descobriu provas de um antigo lago abastecido por águas subterrâneas, o que suporta a teoria de que já houve vida no planeta vermelho, informou a NASA.
Num comunicado divulgado ao final do dia de domingo, a agência espacial norte-americana diz que dados recolhidos pela Mars Reconnaissance Orbiter (MRO) mostram vestígios de minerais argilosos e carbonatos, usualmente formados na presença de água, no fundo de uma cratera de 2,2 quilómetros de profundidade.
"Estas novas observações sugerem a formação de carbonatos e argila num lago abastecido por água subterrânea no interior da bacia da cratera", escreve a NASA, cujo artigo científico foi publicado na edição online da Nature Geoscience.
Citando "alguns investigadores", a agência escreve que "o interior da cratera onde ficava a água e a zona subterrânea que a fornecia poderão ter sido ambientes húmidos e potenciais habitats".
A cratera, chamada McLaughlin, não tem grandes canais de afluxo de água, pelo que o lago deverá ter sido abastecido por águas subterrâneas, acrescentam os cientistas.
Estas observações, diz ainda a NASA, "fornecem provas de que os carbonatos se formaram no interior de um lago e não foram arrastados para o interior da cratera desde o exterior", disse Joseph Michalski, que dirigiu a investigação.

domingo, 20 de janeiro de 2013

A história do incrível programa espacial da Zâmbia



A história do incrível programa espacial da Zâmbia
"Vamos a Marte. Com uma astronauta, dois gatos e um missionário." Assim reza o recorte de jornal que dá conta do louco programa espacial zambiano, nos anos 60 do século passado.
O sonho impossível de Edward Makuka Nkoloso, um professor de ciências zambiano, era chegar à Lua antes da Rússia e Estados Unidos. E depois a Marte. Quase 50 anos depois uma fotógrafa espanhola resgatou a memória do programa espacial amador, num livro de fotografia, 'The Afronauts', que documenta uma missão que nunca aconteceu.
Resta também uma reportagem da Sky, em que o jornalista mostra os treinos dos candidatos a astronautas. "Para a maior parte dos zambianos estas pessoas são apenas malucas. E eu estou inclinado a concordar." Mas Nkoloso chegou mesmo a pedir financiamento à UNESCO, que recusou. Veja aqui o vídeo:
A fotógrafa Cristina De Middel inspirou-se neste sonho espacial, num projeto que é um dos quatro nomeados para o prémio de fotografia Deutsche Borse de 2013.
"Afronauts é baseado na documentação de um sonho impossível que vive apenas em imagens", explica De Middel , que se confessa atraída por histórias excêntricas. Neste caso, a de um homem que se atreveu a sonhar com Marte num dos países mais pobres do mundo.

sábado, 19 de janeiro de 2013

Dirigente político búlgaro foi alvo de tentativa de assassínio

Dirigente político búlgaro foi alvo de tentativa de assassínio
legenda da imagem
     O líder do partido da minoria turca na Bulgária, Ahmed Dogan, escapou hoje a uma tentativa de assassínio, quando discursava no congresso partidário. Um homem armado de uma pistola de gás e dois punhais subiu ao estrado, apontou-lhe a arma de fogo à cabeça e tentou disparar. O autor do atentado foi depois dominado.

Dogan, de 58 anos, é o dirigente histórico do Movimento para os Direitos e Liberdades (MRF), e tinha anunciado a decisão de se retirar da vida política. Dogan discursava perante o congresso, com as câmaras de filmar focadas na tribuna, quando o agressor subiu ao estrado e, praticamente à queima-roupa, tentou desfechar-lhe a pistola contra a cabeça.

O incidente foi integralmente filmado, bem como o posterior derrubamento e espancamento do autor do atentado. Segundo a polícia, trata-se de um homem de 25 anos, também membro da minoria turca da Bulgária, e residente na ciadade de Bourgas, junto ao Mar Negro.

O MRF participara em dois governos de coligação encabeçados pelo partido dos antigos comunistas búlgaros, mas tem-se encontrado, mais recentemente, na oposição ao governo de direita de Boïko Borissov.

Segundo a Agência France Press, Dogan voltou à sala quatro horas depois do atentado, aparentando boa saúde e boa disposição. Aí reiterou a decisão, já conhecida, de se retirar da política activa, e explicou-a pela "diabolização" que tem havido da sua imagem e que iria agora prejudicar o seu partido, se continuasse a encabeçá-lo nas próximas eleições.

Desta alegada "diabolização" faz parte a tese, mais recentemente surgida na imprensa, segundo a qual Dogan estaria ligado aos serviços secretos do regime comunista, até ao momento em que rompeu com este e passou à oposição, pagando essa viragem com a prisão, em 1985.