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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Baleia de 18 metros encalhou em praia de Nova Iorque




Imagem divulgada na página de Facebook dos bombeiros de Breeze Point

Uma baleia com cerca de 18 metros de comprimento encalhou hoje de manhã numa praia de Nova Iorque. Apesar dos esforços dos socorristas, o animal parece ter poucas hipóteses de sobreviver.
A baleia "foi descoberta com vida na areia às 10.40 [15.40 em Lisboa]" no setor de Breezy Point, no bairro de Queens (sudeste de Manhattan), afirmou um porta-voz da polícia à AFP, acrescentando que especialistas da Fundação Riverhead tinham sido chamados ao local.
A polícia tinha inicialmente dito que a baleia media nove metros de comprimento. Mas ao chegar ao local, os especialistas indicaram que a baleia, da espécie Balaenoptera physalus (baleia-comum), media 18 metros.
O estado de saúde do animal é grave. Segundo os especialistas, a baleia está "muito magra" e não se move muito, não sendo favoráveis as suas hipóteses de sobrevivência.
Os polícias e bombeiros chamados ao local tentaram manter a baleia molhada, até à chegada dos especialistas e à subida da maré. "Não temos mais acesso ao animal, que está rodeado de água", afirmou a especialista da agência federal NOAA, Mendy Garron, explicando que será necessário esperar pela próxima maré baixa para voltar a avaliar o estado de saúde da baleia. Caso não haja melhorias, a eutanásia pode ser a solução.
Segundo a mesma especialista, anualmente, há duas baleias que dão à costa em Nova Iorque.

Samsung está a preparar o novo Galaxy Note 7.0



Samsung está a preparar o novo Galaxy Note 7.0A Samsung está a preparar uma terceira versão do seu híbrido Galaxy Note, desta vez com 7 polegadas. Depois do original com 5,5' e de uma segunda com 10,1', o smartphone/tablet que permite a utilização de caneta terá um novo tamanho.

De acordo com alguns sites, a marca sul-coreana registou um aparelho com o nome de código GT-N5100 no site GLBenchmark, suscitando rumores sobre o novo smartphone/table (ou phablet como alguns lhe têm chamado).
Este nome de código já tinha aparecido no site Nenamark há algumas semanas e prevê-se que tenha uma resolução de 1280 por 800 e Android 4.2.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Aquecimento Global

Aquecimento global é o aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra que ocorre desde meados do século XX e que deverá continuar no século XXI. Segundo o Quarto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (2007), a temperatura na superfície terrestre aumentou 0,74 ± 0,18 °C durante o século XX.
A maior parte do aumento de temperatura observado desde meados do século XX foi causada por concentrações crescentes de gases do efeito estufa, como resultado de atividades humanas como a queima de combustíveis fósseis e a desflorestação. O escurecimento global, uma consequência do aumento das concentrações de aerossois atmosféricos que bloqueiam parte da radiação solar antes que esta atinja a superfície da Terra, mascarou parcialmente os efeitos do aquecimento induzido pelos gases de efeito de estufa.
Modelos climáticos referenciados pelo IPCC projetam que as temperaturas globais de superfície provavelmente aumentarão no intervalo entre 1,1 e 6,4 °C entre 1990 e 2100.A variação dos valores reflete o uso de diferentes cenários de futura emissão de gases estufa e resultados de modelos com diferenças na sensibilidade climática. Apesar de a maioria dos estudos ter seu foco no período até o ano 2100, espera-se que o aquecimento e o aumento no nível do mar continuem por mais de um milênio, mesmo que as concentrações de gases estufa se estabilizem.
Um aumento nas temperaturas globais pode, em contrapartida, causar outras alterações, incluindo aumento no nível do mar, mudanças em padrões de precipitação resultando em enchentes e secas.Espera-se que o aquecimento seja mais intenso no Ártico, e estaria associado ao recuo das geleiras, permafrost e gelo marinho. Outros efeitos prováveis incluem alterações na frequência e intensidade de eventos meteorológicos extremos, extinção de espécies e variações na produção agrícola. O aquecimento e as suas consequências variarão de região para região, apesar da natureza destas variações regionais ser incerta. Outra ocorrência global concomitante com o aquecimento global que já se verifica e que se prevê continuar no futuro, é a acidificação oceânica, que é também resultado do aumento contemporâneo da concentração de dióxido de carbono atmosférico.
O consenso científico é que o aquecimento global antropogênico está a acontecer. O Protocolo de Quioto visa a estabilização da concentração de gases de efeito estufa para evitar uma "interferência antropogénica perigosa. Em Novembro de 2009 eram 187 os estados que assinaram e ratificaram o protocolo.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Mensagem importante

Esta mensagem é para todos os leitores :

Feliz Natal!!!!!!!!!!


Gelo está a derreter 2 vezes mais rápido que o previsto



A camada de gelo na Antártida ocidental, cujo degelo contribui para a subida do nível do mar, devido ao aquecimento global, está a derreter quase duas vezes mais depressa do que se pensava, revela um novo estudo.
Uma reanálise dos recordes de temperatura registados entre 1958 e 2010 demonstrou um aumento de 2,4 graus Celsius nesse período, o equivalente a três vezes mais a subida média global da temperatura.
O aumento da temperatura na Antártida ocidental quase duplicou, comparativamente a valores registados em estudos anteriores, sustentou, citado pela agência AFP, um dos coautores do estudo, David Bromwichand, acrescentando que se trata de uma das regiões da Terra que aqueceram mais rapidamente.
Segundo o especialista, do Centro de Investigação Byrd Polar, nos Estados Unidos, o "contínuo aquecimento na Antártida ocidental poderá afetar o equilíbrio da camada de gelo e contribuir para um aumento mais acentuado do nível do mar".
Cientistas creem que a diminuição da camada de gelo na Antártida ocidental é responsável por cerca de dez por cento da subida do nível do mar, em consequência do aquecimento global.
A camada de gelo ocidental, com uma extensão de quatro quilómetros, cobre a superfície e mergulha no mar, estando a derreter mais rapidamente do que qualquer outra na Antártida.