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domingo, 16 de dezembro de 2012

Será que a chave para a imortalidade está nas medusas?


Será que a chave para a imortalidade está nas medusas?




Conhecidas como "turritopsis nutricula", as medusas poderão conseguir com que as suas células regridam até um estado mais jovem, nunca chegando a morrer. Já há quem acredite que a vida eterna poderá estar a caminho.
De acordo com a National Geographic, o ciclo da vida de uma medusa não chega ao fim, já que em vez de morrerem conseguem reverter as suas células vezes sem conta. A "habilidade" faz com que as medusas possam ultrapassar a morte, tornando-as biologicamente imortais.

A investigação foi levada a cabo por um cientista da Universidade de Brooklyn, em Nova Iorque. O estudo foi publicado na revista norte-americana Nature and Science e o feito único conseguido pelas medusas tem o nome de "transdiferenciação". A explicação é até bastante simples: a criatura absorve as suas próprias células, transformando-as em novas células de qualquer tipo. Justifica-se assim a grande proliferação de medusas ao longo dos anos, fenómeno que o jornal britânicoTelegraph já apelidou de "invasão silenciosa".
Interessa então saber se os humanos poderão aprender ou até retirar algum proveito deste fenómeno. De acordo com Shin Kubota, um dos poucos cientistas que conseguiu criar espécies em laboratório, "a medusa é uma das mais milagrosas espécies em todo o reino animal", disse ao New York Times. "Acredito que será fácil resolver o mistério da imortalidade e conceder vida eterna aos seres humanos". Outros investigadores não se dizem tão certos no que toca ao futuro das células que poderão ser aproveitadas das medulas.

Descobertos destroços de naufrágio do século XIX


Arqueólogos subaquáticos fizeram primeira campanha de observação dos restos do navio na semana passada


Descobertos acidentalmente por dois pescadores de Setúbal, em 2011, os destroços, que estão a baixa profundidade e à vista de terra, são os únicos até hoje declarados na região de Tróia, apesar de ao longo dos séculos ter havido inúmeros naufrágios na região.
Pelo que os arqueólogos já observaram, aquele era um lugre, uma embarcação com 30 a 35 metros de comprimento, construída em madeira e propulsionada à vela. "Não encontrámos quaisquer vestígios de caldeira ou pás que, pela sua dimensão, teriam de estar à vista", afirmou ao DN Adolfo Martins, que está a estudar o achado, juntamente com Alexandra Figueiredo e Cláudio Monteiro do Instituto Politécnico de Tomar (IPT).
Os primeiros dados da campanha mostram que o navio deveria estar a tentar entrar na barra do Sado, para aportar a Setúbal, quando naufragou. Não se sabe ainda qual seria a origem do lugre, nem se fazia transporte de mercadorias a granel, ou se era um navio de pesca de alto mar, por exemplo, um bacalhoeiro.
A análise de amostras de madeira recolhidas no local, que vai ser feita no Laboratório de Arqueologia e Conservação do Património Subaquático do IPT, poderá ajudar a esclarecer as muitas dúvidas que persistem sobre o achado. Nomeadamente sobre a construção e a possível origem do navio. Das próximas campanhas, já agendadas para Janeiro, Fevereiro e Março, os investigadores esperam também mais novidades.

Meteorito cai na Turquia e desintegra-se sobre o Mar Negro



Uma impressionante imagem de uma bola de fogo foi registrada por uma câmera de segurança localizada no norte da Turquia. Testemunhas que viram o bólido disseram terem sentido um leve tremor, provavelmente provocado pela onda de choque criada pelo movimento do meteoro.




O evento ocorreu na terça-feira, 11 de dezembro, por uma câmera de segurança instalada em uma fábrica da cidade de Ordu, na costa norte da Turquia, a 220 km da fronteira com a Armênia.
Essa é a segunda vez em menos de uma semana que um meteoro entra na atmosfera da Terra é e flagrado por câmeras. Antes do evento da Turquia, uma bola de fogo também foi vista quatro dias antes sobre diversas cidades do estado americano do Texas. Na ocasião, a desintegração da rocha foi registrada pela câmera instalada no interior de um veículo de patrulha.


Meteoro cai na Turquia
O evento da Turquia ocorreu às 22h00 da hora local, quando o meteoro aparentemente se desintegrou acima do Mar Negro a uma distância estimada em 15 km do local da câmera. O vídeo mostra claramente o momento da ruptura e também o estrondo sônico (sonic boom) provocado pela onda de choque de um objeto que se desloca acima da velocidade do som.

Meteoros na Terra
Diariamente, a Terra é constantemente bombardeada por pequenos asteroides e outros detritos espaciais, criando uma espécie de garoa de meteoros, alguns deles muito brilhantes.

De acordo com cálculos feitos pelo astrônomo Bill Cooke, ligado à Nasa, bolas de fogo,tão brilhantes quanto o planeta Vênus ocorrem mais de 100 vezes ao dia. Outras, mais brilhantes ainda e comparadas ao brilho da Lua crescente cruzam o céu pelo menos uma vez a cada dez dias. Segundo o astrônomo, existem ainda bolas de fogo extremamente grandes e brilhantes, com magnitude visual que pode chegar a -13 e que acontecem a cada cinco meses. Apenas para lembrar, magnitude negativa de -13 equivale ao brilho da Lua Cheia!
No entanto, nem sempre essas enormes bolas de fogo são vistas. A maioria delas, cerca de 70%, cruza o céu sobre áreas inabitadas ou sobre os oceanos. A metade ocorre durante o dia, praticamente imperceptíveis devido à presença do Sol. Outra grande parte também não é vista simplesmente porque ninguém está olhando o céu naquele momento.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Montanha indiana apresentada como Monte Everest causa indignação


Monte Everest


A NASA causou indignação no Nepal depois de ter apresentado no seu site uma fotografia de um indiano numa montanha designada como sendo o Monte Everest, o pico mais alto do mundo, e que é o orgulho da população daquele pequeno país dos Himalaias.

A agência espacial dos Estados Unidos (NASA) escreveu no seu site que a fotografia tirada pelo astronauta russo Yuri Malentchenko da Estação Espacial Internacional (ISS), a 370 quilómetros da Terra, mostrava o pico ligeiramente polvilhado de neve.
A fotografia rapidamente se espalhou pela Internt via Twitter e foi partilhada pelos Media do mundo inteiro, incluindo a revista norte-americana The Atlantic e do site de astronomia Space.com.
Mas o Nepal deu conta do erro e expressou as suas dúvidas nas redes sociais. O jornalista Kunda Dixit, especialista em Himalaias twiitou: "Desculpem, mas o pico da fotografia com uma sombra no meio não é o Monte Everest".
A NASA assumiu hoje que cometeu um erro e retirou a fotografia do site.

ESA capta imagens únicas de um rio extraterrestre




A missão Cassini-Huygens obteve as melhores imagens até agora de um rio fora do planeta Terra, que mostra "uma versão extraterrestre em miniatura" do Nilo de uma lua de Saturno, anunciou hoje a Agência Espacial Europeia (ESA).
Trata-se de um rio que percorre mais de 400 quilómetros até chegar ao mar, precisou a ESA em comunicado, em que destacou que nunca até agora se tinha conseguido uma definição de imagem tão alta de um acidente geográfico extraterrestre, indica a agência noticiosa Efe.
"A linearidade relativa do rio sugere que segue pelo menos o contorno de uma falha, similar a outros grandes rios que correm na margem sul do mesmo mar de Titã", explicou a cientista da unidade de radares do projeto Jani Redebaugh.
Titã é o único lugar fora do planeta Terra em que foi detetado líquido estável na superfície, apesar do composto não ser de água, mas sim de etano e metano.
A missão Cassini-Huygens, em que participam a ESA, a norte-americana NASA e a italiana ASI, consiste numa missão não tripulada que estuda Saturno e os seus satélites naturais.