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terça-feira, 4 de setembro de 2012

Calote do Ártico derrete a velocidade surpreendente


Calote do Ártico derrete a velocidade surpreendente


A calote glaciar do Oceano Ártico está a derreter a uma velocidade surpreendente e poderá atingir o seu nível mais baixo dentro de duas semanas, previram na terça-feira cientistas da universidade norte-americana do Colorado, noticia a AFP.

"Se a fusão se interrompesse repentinamente hoje [terça-feira], ficaríamos no terceiro nível mais baixo alguma vez registado por satélite. Temos ainda mais duas semanas de derretimento, portanto penso que vamos para um novo recorde", pormenorizou o diretor do Centro de Dados sobre os Gelos, da Universidade do Colorado, Mark Serreze.
Esta fusão é tanto mais espetacular quanto não houve acontecimentos meteorológicos particulares desde 2007, data do último recorde, avançou Serreze.
A fusão da calote glaciar está ligada ao aquecimento do clima, marcado por uma alta das temperaturas e um aquecimento dos oceanos, segundo Serreze, que lembra que em 2007 a calote glaciar só tinha 4,25 milhões de quilómetros quadrados. Vários estudos preveem que possa desaparecer durante o verão nas próximas décadas.
Numerosas temperaturas recorde foram assinaladas nos últimos anos em todo o mundo.
Nos EUA, o mês de julho foi o mais quente desde que há registos (1895), com temperaturas superiores em 1,8 graus Celsius à média do século XX, segundo a agência norte-americana para a Atmosfera e os Oceanos (NOAA, na sigla em Inglês).

domingo, 2 de setembro de 2012

Moléculas de açúcar detetadas em redor de estrela jovem


"É a primeira vez que descobrimos açúcar na zona envolvente de uma estrela apresentando tais características", indica um comunicado do Observatório Europeu Austral, citado pela agência AFP.
O gás que envolve a estrela, situada a 400 anos-luz da Terra, contém glicolaldeído, uma forma simples de açúcar, considerada um elemento essencial a toda a vida, segundo os especialistas.
A molécula é um dos ingredientes do ARN (ácido ribonucleico, responsável pela síntese de proteínas da célula), que é um dos elementos constitutivos da vida.
A descoberta "demonstra que qualquer um dos compostos químicos necessários à vida existia à época da formação dos planetas", segundo o observatório.
O composto já tinha sido observado no espaço interestelar, mas agora foi descoberto na proximidade de uma jovem estrela, potencialmente "um bom local, um bom momento" para ser integrado nos planetas em formação.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Sistema binário tem planeta na zona habitável


Imagem artística do que poderá ser o sistema de Kepler-47



Descoberta mostra que conjuntos de dois sóis podem ter à sua volta mundos com órbitas suficientemente estáveis.
No planeta Tatooine, com dois sóis, decorrem algumas das cenas mais memoráveis do primeiro filme da Guerra das Estrelas. Numa cena belíssima, assistimos ao duplo pôr-do-sol. Na altura, anos 70, a ideia podia ser muito cinematográfica e os efeitos especiais eram impressionantes, mas a parte científica era duvidosa, pois os astrónomos consideravam improvável a existência de planetas habitáveis num sistema binário, onde as forças gravitacionais são bem mais destrutivas.
Há um ano foi anunciada a descoberta de um planeta num sistema binário. Uma equipa de astrónomos divulgou agora uma descoberta que mostra a diversidade do Universo, tendo identificado todo um sistema, com pelo menos um planeta na chamada zona habitável, nem demasiado próximo das estrelas nem demasiado longínquo para poder ter água no estado líquido.
A estrela principal do sistema binário é semelhante ao Sol (um pouco menos brilhante) e a estrela menor tem um terço do tamanho e brilho de apenas 1%. Em cada semana que passa, do ponto de vista da Terra, verifica-se um eclipse destes dois enormes objetos.
O sistema Kepler-47 situa-se a 4900 anos-luz da Terra, na constelação do Cisne. Tem pelo menos dois planetas: um interior, que orbita as duas estrelas em 50 dias, e um exterior, o Kepler-47c, cuja órbita dura 303 dias.
Segundo explica o cientista que liderou este estudo, Jerome Orosz, da Universidade de San Diego, as órbitas são muito diferentes das que existem no sistema solar, pois o eixo está em movimento. "Os intervalos de tempo entre os trânsitos [o planeta passa à frente da estrela e reduz a sua luminosidade, sendo assim detetado a partir da Terra] e a sua duração podem variar substacialmente, sendo por vezes curtos, por vezes compridos".

terça-feira, 28 de agosto de 2012

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