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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Sistema binário tem planeta na zona habitável


Imagem artística do que poderá ser o sistema de Kepler-47



Descoberta mostra que conjuntos de dois sóis podem ter à sua volta mundos com órbitas suficientemente estáveis.
No planeta Tatooine, com dois sóis, decorrem algumas das cenas mais memoráveis do primeiro filme da Guerra das Estrelas. Numa cena belíssima, assistimos ao duplo pôr-do-sol. Na altura, anos 70, a ideia podia ser muito cinematográfica e os efeitos especiais eram impressionantes, mas a parte científica era duvidosa, pois os astrónomos consideravam improvável a existência de planetas habitáveis num sistema binário, onde as forças gravitacionais são bem mais destrutivas.
Há um ano foi anunciada a descoberta de um planeta num sistema binário. Uma equipa de astrónomos divulgou agora uma descoberta que mostra a diversidade do Universo, tendo identificado todo um sistema, com pelo menos um planeta na chamada zona habitável, nem demasiado próximo das estrelas nem demasiado longínquo para poder ter água no estado líquido.
A estrela principal do sistema binário é semelhante ao Sol (um pouco menos brilhante) e a estrela menor tem um terço do tamanho e brilho de apenas 1%. Em cada semana que passa, do ponto de vista da Terra, verifica-se um eclipse destes dois enormes objetos.
O sistema Kepler-47 situa-se a 4900 anos-luz da Terra, na constelação do Cisne. Tem pelo menos dois planetas: um interior, que orbita as duas estrelas em 50 dias, e um exterior, o Kepler-47c, cuja órbita dura 303 dias.
Segundo explica o cientista que liderou este estudo, Jerome Orosz, da Universidade de San Diego, as órbitas são muito diferentes das que existem no sistema solar, pois o eixo está em movimento. "Os intervalos de tempo entre os trânsitos [o planeta passa à frente da estrela e reduz a sua luminosidade, sendo assim detetado a partir da Terra] e a sua duração podem variar substacialmente, sendo por vezes curtos, por vezes compridos".

terça-feira, 28 de agosto de 2012

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Isacc


Isaac solicita avisos de furacão da Louisiana a Flórida

MIAMI (AP) - Avisos de furacão foram emitidos para uma área que se estende da Louisiana para a Flórida Panhandle como Isaac bidões em direção à costa do Golfo.

As advertências se estendia do leste de Morgan City, Louisiana - o que inclui a área de Nova Orleans - para Destin, na Flórida

Isaac criticou as Florida Keys como uma tempestade tropical no domingo, trazendo chuva e ventos fortes. Mas os moradores para a maior parte entraram no ritmo. No entanto, os preparativos começaram mais ao norte, como os meteorologistas alertam Isaac poderia ser um forte furacão de categoria 2 no momento em que atinge a costa do Golfo.

Os EUA Centro Nacional de Furacões em Miami, diz Isaac é esperado para chegar em algum lugar entre sudeste Eds: APNewsNow. As atualizações com novos detalhes a partir de 5 consultivo da tarde. Consultivo próxima esperado em 08:00 EDT.

Isaac solicita avisos de furacão da Louisiana a Flórida

MIAMI (AP) - Avisos de furacão foram emitidos para uma área que se estende da Louisiana para a Flórida Panhandle como Isaac bidões em direção à costa do Golfo

As advertências se estendia do leste de Morgan City, Louisiana - o que inclui a área de Nova Orleans - para Destin, na Flórida

Isaac criticou as Florida Keys como uma tempestade tropical no domingo, trazendo chuva e ventos fortes. Mas os moradores para a maior parte entraram no ritmo. No entanto, os preparativos começaram mais ao norte, como os meteorologistas alertam Isaac poderia ser um forte furacão de categoria 2 no momento em que atinge a costa do Golfo.

Os EUA Centro Nacional de Furacões em Miami, diz Isaac é esperado para chegar em algum lugar entre Louisiana do sudeste e do Panhandle da Flórida ou na terça-feira ou quarta-feira.

domingo, 26 de agosto de 2012

Curiosity conclui o primeiro passeio marciano


Os rastos do robô em Bradbury


NASA decidiu baptizar como Bradbury o local onde pousou a máquina, para homenagear o escritor de ficção científica Ray Bradbury
Foram só mais cinco metros, após 500 milhões de quilómetros através do espaço, mas o pequeno passeio do robô Curiosity, ontem, em solo marciano, contituíu um verdadeiro triunfo para a ciência. A máquina avançou, rodou e depois recuou um pouco. Os especialistas da NASA falaram em "grande momento" e as agências ironizaram com o "test drive" da máquina.
O robô tem os sistemas importantes operacionais e pode deslocar-se na superfície do planeta vermelho. O objetivo da missão de dois anos é avaliar se alguma vez Marte teve condições para albergar vida. As imagens do passeio marciano começaram entretanto a chegar e mostram uma paisagem repleta de rochas, com as marcas das rodas do robô já impressas no solo e, ao fundo, o objetivo da máquina, o Monte Sharp.
Até agora, só foi descoberto um sistema provavelmente avariado após um impacto com uma pedra: trata-se do sensor de vento. Pelo contrário, o braço robótico do Curiosity funciona, bem como o sofisticado aparelho que permite vaporizar a superfície das rochas e determinar o seu conteúdo químico.
Entretanto, o controlo de missão anunciou um pequeno toque sentimental. Aproveitando o aniversário do nascimento do escritor Ray Bradbury (falecido em julho, com 91 anos), a NASA decidiu baptizar a zona onde pousou a Curiosity com o nome do escritor. Ray Bradbury foi autor de mais de 50 livros e um dos seus livros mais famosos é o clássico de ficção científica "Crónicas Marcianas", onde imaginou um mundo habitado por humanos e marcianos, inóspito, violento e melancólico.