O blog Fenómenos Científicos e o Nosso Planeta foi criado em Novembro de 2011, tem como missão dar a conhecer factos de interesse geral no âmbito da Ciência/Tecnologia e o Meio Ambiente.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Isacc
Isaac solicita avisos de furacão da Louisiana a Flórida
MIAMI (AP) - Avisos de furacão foram emitidos para uma área que se estende da Louisiana para a Flórida Panhandle como Isaac bidões em direção à costa do Golfo.
As advertências se estendia do leste de Morgan City, Louisiana - o que inclui a área de Nova Orleans - para Destin, na Flórida
Isaac criticou as Florida Keys como uma tempestade tropical no domingo, trazendo chuva e ventos fortes. Mas os moradores para a maior parte entraram no ritmo. No entanto, os preparativos começaram mais ao norte, como os meteorologistas alertam Isaac poderia ser um forte furacão de categoria 2 no momento em que atinge a costa do Golfo.
Os EUA Centro Nacional de Furacões em Miami, diz Isaac é esperado para chegar em algum lugar entre sudeste Eds: APNewsNow. As atualizações com novos detalhes a partir de 5 consultivo da tarde. Consultivo próxima esperado em 08:00 EDT.
Isaac solicita avisos de furacão da Louisiana a Flórida
MIAMI (AP) - Avisos de furacão foram emitidos para uma área que se estende da Louisiana para a Flórida Panhandle como Isaac bidões em direção à costa do Golfo
As advertências se estendia do leste de Morgan City, Louisiana - o que inclui a área de Nova Orleans - para Destin, na Flórida
Isaac criticou as Florida Keys como uma tempestade tropical no domingo, trazendo chuva e ventos fortes. Mas os moradores para a maior parte entraram no ritmo. No entanto, os preparativos começaram mais ao norte, como os meteorologistas alertam Isaac poderia ser um forte furacão de categoria 2 no momento em que atinge a costa do Golfo.
Os EUA Centro Nacional de Furacões em Miami, diz Isaac é esperado para chegar em algum lugar entre Louisiana do sudeste e do Panhandle da Flórida ou na terça-feira ou quarta-feira.
domingo, 26 de agosto de 2012
Curiosity conclui o primeiro passeio marciano

NASA decidiu baptizar como Bradbury o local onde pousou a máquina, para homenagear o escritor de ficção científica Ray Bradbury
Foram só mais cinco metros, após 500 milhões de quilómetros através do espaço, mas o pequeno passeio do robô Curiosity, ontem, em solo marciano, contituíu um verdadeiro triunfo para a ciência. A máquina avançou, rodou e depois recuou um pouco. Os especialistas da NASA falaram em "grande momento" e as agências ironizaram com o "test drive" da máquina.
O robô tem os sistemas importantes operacionais e pode deslocar-se na superfície do planeta vermelho. O objetivo da missão de dois anos é avaliar se alguma vez Marte teve condições para albergar vida. As imagens do passeio marciano começaram entretanto a chegar e mostram uma paisagem repleta de rochas, com as marcas das rodas do robô já impressas no solo e, ao fundo, o objetivo da máquina, o Monte Sharp.
Até agora, só foi descoberto um sistema provavelmente avariado após um impacto com uma pedra: trata-se do sensor de vento. Pelo contrário, o braço robótico do Curiosity funciona, bem como o sofisticado aparelho que permite vaporizar a superfície das rochas e determinar o seu conteúdo químico.
Entretanto, o controlo de missão anunciou um pequeno toque sentimental. Aproveitando o aniversário do nascimento do escritor Ray Bradbury (falecido em julho, com 91 anos), a NASA decidiu baptizar a zona onde pousou a Curiosity com o nome do escritor. Ray Bradbury foi autor de mais de 50 livros e um dos seus livros mais famosos é o clássico de ficção científica "Crónicas Marcianas", onde imaginou um mundo habitado por humanos e marcianos, inóspito, violento e melancólico.
Irão surpreende e lançará macaco ao espaço nos próximos dias
O Irão não é exatamente uma potência espacial, mas também não está poupando esforços para isso. Com o objetivo de aprimorar seu conhecimento nesta área estratégica o país agora pretende lançar um macaco em voo suborbital e trazê-lo são e salvo de volta à Terra.

Essa não é a primeira vez que o país mostra interesse em colocar animais em órbita. Em janeiro de 2012 um foguete do tipo Saffir levou ao espaço a cápsula Kavoshgar-3, tendo a bordo minhocas, um rato e duas tartarugas. O ponto significativo foi que os animais retornaram à Terra em segurança, demonstrando que o país já detém, pelo menos parcialmente, capacidade de retornar cargas do espaço.
O próximo voo pretende levar ao espaço um macaco da espécie Rhesus (macaca Mullatta), um primata da família Cercopithecidae que habita as florestas temperadas da Índia, China e Afeganistão. Pelas suas características os rhesus são extensivamente estudados e usados em experiências laboratoriais, sendo que o fator sanguíneo Rh foi primeiro demonstrado em macacos dessa espécie.
Se tudo der certo e o macaco for trazido com segurança a Terra, o experimento deverá ser o maior avanço do programa espacial iraniano. "Isso deverá demonstrar a capacidade do país de trazer cargas científicas colocadas em órbita, o que não é tão simples assim", disse o especialista em uso militar do espaço Bhupendra Jasani, ligado ao King’s College London. "Apesar de ser um grande avanço, a colocação de humanos no espaço deverá levar ainda alguns anos", completou. Jasani.
As incursões iranianas na exploração espacial têm surpreendido os especialistas internacionais devido à sua velocidade e capacidade de sigilo. O país já lançou três satélites domésticos e um quarto está para ser lançado nos próximos meses. Atualmente, o Irã é o nono país com capacidade de colocação de satélites em órbita baixa e o sexto a enviar animais para o espaço.
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Marte: raio laser vaporizará rochas a 7 metros de distância
Uma dos mais importantes instrumentos a bordo do jipe-robô Curiosity é a ChemCam, um verdadeiro laboratório geoquímico capaz de vaporizar rochas a 7 metros de distância com auxílio de um canhão laser. Esse feixe de luz é tão concentrado que sua energia equivale a 1 milhão de lâmpadas focalizadas na cabeça de um alfinete.

ChemCam significa Chemistry and Camera Instrument e combina dois dispositivos em um único equipamento. O primeiro é o LIBS (Laser-Induced Breakdown Spectrometer), um sistema laser de alta potência acoplado a um telescópio e um espectrômetro. O segundo é a câmera remota RMI (Remote Micro Imager). O propósito do LIBS é analisar as rochas e o solo marciano, enquanto o RMI tem a função de fornecer aos cientistas as imagens de alta-resolução das amostras observadas pelo LIBS.
Quando em funcionamento, uma área previamente escolhida pelos pesquisadores é focalizada pelo instrumento e então recebe uma série de pulsos de laser de altíssima intensidade, que pode atingir até 10 megawatts por milímetro quadrado. Esses pulsos não podem ser vistos pelo olho humano e são emitidos no comprimento de onda de 1.067 mícrons, no espectro do infravermelho.
Sob intenso bombardeio energético os átomos do material analisado são excitados e emitem luz. Esses pulsos luminosos são captados pelo telescópio do instrumento e enviados para dentro do jipe-robô Curiosity onde são analisados pelo espectroscópio. Como cada elemento químico emite luz de comprimento de onda diferente quando aquecido, a composição química da rocha pode então ser determinada. Como exemplo, o cobre produz luz verde, o alumínio cor azul, o sódio amarelo, o lítio vermelho, etc.

Ao realizar uma missão a Marte, o tempo é altamente precioso e usa-lo com eficiência é uma necessidade. Na era dos robôs Spirit e Opportunity eram necessários de dois a três dias para determinar a composição de uma rocha, já que o material precisava ser colhido e colocado dentro dos robôs para serem analisados.Agora, com a nova tecnologia laser não há necessidade de contato físico com a rocha, que pode estar até 7 metros de distância do instrumento. De acordo com a equipe da ChemCam será possível realizar cerca de uma dúzia de análises por dia, o que sem dúvida é um grande avanço para conhecer um pouco mais sobre a composição do planeta Vermelho.

Quando em funcionamento, uma área previamente escolhida pelos pesquisadores é focalizada pelo instrumento e então recebe uma série de pulsos de laser de altíssima intensidade, que pode atingir até 10 megawatts por milímetro quadrado. Esses pulsos não podem ser vistos pelo olho humano e são emitidos no comprimento de onda de 1.067 mícrons, no espectro do infravermelho.

terça-feira, 21 de agosto de 2012
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