O blog Fenómenos Científicos e o Nosso Planeta foi criado em Novembro de 2011, tem como missão dar a conhecer factos de interesse geral no âmbito da Ciência/Tecnologia e o Meio Ambiente.
domingo, 24 de junho de 2012
1000!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Impressionante!!!!!!!!!!
Chegámos às 1000 visualisaçoes em menos de um ano.
Chegámos às 1000 visualizações às 14h 16m 55s do dia 24/06/2012 no horário de Lisboa.
sábado, 23 de junho de 2012
Dois novos planetas fora do sistema solar!!!!!!!
Foram descobertos dois novos Planetas fora do sistema solar!!!!
Dois planetas fora do sistema solar, um rochoso como a Terra e outro gasoso como Neptuno, gravitam a uma distância muito curta entre eles, um fenómeno jamais visto no Universo. Os resultados da descoberta foram publicados esta quinta-feira na edição digital da revista «Science», citada pela agência AFP. Segundo astrónomos norte-americanos, os dois planetas aproximam-se o mais possível um do outro, em média a cada período de 97 dias. Nessa altura, estão separados por uma distância cinco vezes inferior à que separa a Terra da Lua. Os peritos descobriram os dois exoplanetas (planetas fora do sistema solar) ao analisarem os dados recolhidos pelo telescópio Kepler, capaz de detectar um exoplaneta quando este passa diante da sua estrela, diminuindo brevemente a sua irradiação. Os dois planetas formam, por si só, um novo sistema planetário, orbitando, cada um, uma estrela parecida com o Sol. O planeta mais próximo da estrela, Kepler-36b, é rochoso como a Terra e cerca de 1,5 vezes o tamanho do «planeta azul», mas com uma massa 4,5 vezes superior à deste. O Kepler-36b gira em torno da sua estrela em 14 dias, a uma distância média de menos de 17,7 milhões de quilómetros. Já o segundo planeta, Kepler-36c, é gasoso como Neptuno, 3,7 vezes maior do que a Terra e com uma massa oito vezes superior à do «planeta azul». O «Neptuno quente», assim chamado devido à sua proximidade com a sua estrela, orbita esta em 16 dias, a uma distância de 36,21 milhões de quilómetros. A proximidade entre os dois exoplanetas provoca grandes forças gravitacionais que os comprimem e os distendem, sustentam os astrónomos, que procuram compreender o motivo por que dois planetas tão diferentes podem reencontrar-se em órbitas tão próximas. No sistema solar, planetas rochosos como Marte, Mercúrio e Terra estão próximos do Sol, enquanto os gasosos como Júpiter, Saturno, Urânio e Neptuno evoluem a uma distância maior. Apesar do sistema estrelar Kepler-36 ser o primeiro a mostrar a proximidade entre um planeta rochoso e um gasoso, é provável que, de acordo com os astrónomos, tal constatação não seja rara na Via Láctea. O sistema Kepler-36 é formado por duas estrelas da constelação Cisne, que dista cerca de 1.200 anos-luz da Terra.
Dois planetas fora do sistema solar, um rochoso como a Terra e outro gasoso como Neptuno, gravitam a uma distância muito curta entre eles, um fenómeno jamais visto no Universo. Os resultados da descoberta foram publicados esta quinta-feira na edição digital da revista «Science», citada pela agência AFP. Segundo astrónomos norte-americanos, os dois planetas aproximam-se o mais possível um do outro, em média a cada período de 97 dias. Nessa altura, estão separados por uma distância cinco vezes inferior à que separa a Terra da Lua. Os peritos descobriram os dois exoplanetas (planetas fora do sistema solar) ao analisarem os dados recolhidos pelo telescópio Kepler, capaz de detectar um exoplaneta quando este passa diante da sua estrela, diminuindo brevemente a sua irradiação. Os dois planetas formam, por si só, um novo sistema planetário, orbitando, cada um, uma estrela parecida com o Sol. O planeta mais próximo da estrela, Kepler-36b, é rochoso como a Terra e cerca de 1,5 vezes o tamanho do «planeta azul», mas com uma massa 4,5 vezes superior à deste. O Kepler-36b gira em torno da sua estrela em 14 dias, a uma distância média de menos de 17,7 milhões de quilómetros. Já o segundo planeta, Kepler-36c, é gasoso como Neptuno, 3,7 vezes maior do que a Terra e com uma massa oito vezes superior à do «planeta azul». O «Neptuno quente», assim chamado devido à sua proximidade com a sua estrela, orbita esta em 16 dias, a uma distância de 36,21 milhões de quilómetros. A proximidade entre os dois exoplanetas provoca grandes forças gravitacionais que os comprimem e os distendem, sustentam os astrónomos, que procuram compreender o motivo por que dois planetas tão diferentes podem reencontrar-se em órbitas tão próximas. No sistema solar, planetas rochosos como Marte, Mercúrio e Terra estão próximos do Sol, enquanto os gasosos como Júpiter, Saturno, Urânio e Neptuno evoluem a uma distância maior. Apesar do sistema estrelar Kepler-36 ser o primeiro a mostrar a proximidade entre um planeta rochoso e um gasoso, é provável que, de acordo com os astrónomos, tal constatação não seja rara na Via Láctea. O sistema Kepler-36 é formado por duas estrelas da constelação Cisne, que dista cerca de 1.200 anos-luz da Terra.
sábado, 9 de junho de 2012
terça-feira, 5 de junho de 2012
Trânsito de Vénus
Neste preciso momento, o Planeta Vénus, é visível completamente no céu, a este fenómeno dá-se o nome de trânsito e o nome do planeta. Este fenómeno decorrerá 5 ou 6 dias. Aqui em Lisboa (nossa sede) não é possível assistir porque o céu está nublado.
sábado, 2 de junho de 2012
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