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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Belíssima Aurora na Noruega


A premiada fotógrafa Tracey Taylor tirou esta fotografia em Tromso, Noruega, a 15 de Janeiro de 2013.

Crédito: Tracey Taylor
Crédito: Tracey Taylor

Cometa ISON poderá ser mais brilhante que a Lua


Cometa ISON poderá ser mais brilhante que a Lua                               É muita a expectativa para a aproximação da Terra do cometa ISON, dentro de alguns meses. Este poderá surpreender e ser visto à luz do dia.

Ainda um pontinho no céu, o cometa 'C/2012 S1' foi descoberto em 21 de setembro do ano passado pelos astrónomos russos Vitali Nevski e Artyom Novichonok. Batizado de ISON, o corpo celeste logo atraiu a atenção de observadores espaciais do mundo todo. A sua órbita pode tornar-se numa das mais impressionantes da história.
Quando se aproximar do Sol, em novembro,o cometa poderá impressionar ou dececionar quem o espera. Algumas previsões otimistas apontam para que o ISON possa ser visto à luz do dia, ofuscando o brilho da Lua. Se isso ocorrer, o cometa causará uma comoção mundial. Mas também poderá seguir um caminho inesperado, se desintegrar e então não haverá espetáculo.
A 28 de novembro, o ISON passará a apenas 1,2 milhões de quilómetros do Sol, com uma velocidade de aproximadamente 725 mil quilómetros por hora. Existem dois possíveis cenários quando isso ocorrer: o cometa desintegrar-se, como ocorre com a maioria, ou prosseguir caminho. Se o a rocha espacial resistir, uma cauda radiante será formada e proporcionará um incrível espetáculo celeste jamais visto.
Ainda é cedo para ter certezas. Apenas no verão os astrónomos já saberão se o ISON é mesmo tão promissor. As estimativas iniciais apontam que ele será mais brilhante que Marte e alguns ainda sugerem que o cometa poderá superar em muito o brilho lunar. Desta forma, poderá ser visto durante o dia ao lado do Sol. O hemisfério norte teria a melhor vista do espetáculo. Só nos resta esperar para ver...ou não.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Últimas imagens de sonda antes de colidir com a lua


Imagem da lua captada pela Ebb

 A NASA revelou um vídeo com as últimas imagens captadas pela sonda Ebb antes de colidir com a lua no dia 17 de dezembro.

O vídeo foi gravado pela câmara MoonKAM, a bordo da Ebb, no dia 14 de dezembro.
No momento em que as imagens foram captadas a sonda estava a cerca de 10 km do hemisfério norte da lua, nas imediações da cratera Jackson.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Casa Branca responde à petição para se construir uma Estrela da Morte


Houve uma petição de um grupo de cidadãos americanos para o Governo Americano construir uma Estrela da Morte, similar à de Star Wars que podia destruir planetas?

Agora, a Administração Obama deu a resposta:
we the people
A resposta, que pode ser lida aqui, é brilhante!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Afinal o asteróide Apófis é maior do que se pensava



Imagens do Apofis captadas pela ESA

Novas observações da Agência Espacial Europeia (ESA) revelam que asteróide Apofis tem 325 metros, e não 270 como o esperado. Corpo celeste passou perto da Terra nesta madrugada, volta a aproximar-se em 2029 e 2036.
A aproximação do asteróide Apófis da Terra neste final de semana permitiu ao observatório espacial Herschel, da ESA, recolher novos dados. O corpo celeste ficou a uma distância de 14,5 milhões de quilómetros do nosso planeta, menos de um décimo de nossa distância em relação ao Sol. As observações recentes revelaram que o seu tamanho é 20% maior que o estimado, 325 metros e não 270 como se pensava.
Quando foi descoberto, em 2004, as observações iniciais indicavam 2,7% de risco de colisão com nosso planeta em 2029. Ficou conhecido popularmente como "asteroide do fim do mundo". Entretanto, com dados adicionais, essa possibilidade foi descartada. Mas, em escala espacial, vai passar bem perto da superfície terrestre, a 36 mil quilómetros, nessa altura.
Além de 2029, o Apófis voltará a aproxima-se da Terra em 2036. Apenas com novas observações na sua próxima visita será possível obter informações mais detalhadas sobre a sua trajetória para a aproximação seguinte.
Para Laurence O'Rourke, investigador principal do programa de observação que recolheu os novos dados, "além dos dados serem de importância científica por si próprios, ao entender as principais propriedades de asteróides irá fornecer informações vitais para as missões que possam eventualmente visitar objetos potencialmente perigosos".

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Descoberto gelo flutuante nos mares do satélite Titã


Descoberto gelo flutuante nos mares do satélite Titã

A sonda Cassini, da NASA, sugere que existem hidrocarbonetos congelados na superfície dos lagos e mares da lua de Saturno.

Por entre todos os planetas e luas do Sistema Solar, o satélite de Saturno, o segundo maior de todo o sistema, é o que mais se parece com a Terra primitiva. Apesar da atmosfera rica em metano, foram descobertos na sua superfície grandes mares e lagos de hidrocarbonetos em estado líquido.
"Uma das questões mais interessantes sobre estes lagos e mares é se poderão albergar alguma forma de vida exótica", afirma Jonathan Lunine, coautor da investigação e cientista impulsionador da sonda Cassini na Universidade de Cornell, em Nova Iorque. "A fronteira entre o liquido e o sólido é um limite que pode ter sido importante na origem da vida terrestre", acrescenta o cientista.
Até agora, os cientistas acreditavam que os lagos de Titã não tinham gelo flutuante porque o metano sólido é mais denso que o metano liquido. No entanto, o novo modelo considera a interação entre os lagos e a atmosfera, o que pode resultar em diferentes composições e pode originar mudanças de temperatura.

Asteróide Apófis passa perto da Terra na madrugada de amanhã


O asteroide, no interior do círculo


Astrónomos vão seguir a sua trajectória com atenção para determinarem a sua órbita com mais rigor
Descoberto em 2004 por astrónomos do observatório de Kitt Peak, no Arizona, Estados Unidos, o asteroide Apofis, que foi batizado com o mesmo nome do deus da destruição na antiga mitologia egípcia, vai passar muito perto da Terra na próxima madrugada e os astrónomos não vão largá-lo um segundo.
À semelhança da divindade destruidora da qual ganhou o nome, este asteroide tem um reconhecido potencial de destruição, já que numa passagem futura por estas bandas poderá vir numa trajetória de impacto.
Pelas contas da NASA, há uma hipótese em 250 mil de o Apofis vir a colidir com a Terra em 2037. Mas não é preciso começar já a construir abrigos, avisam os cientistas. Na verdade há uma enorme incerteza nestes cálculos, uma vez que a órbita deste asteróide é ainda muito mal conhecida.
Esse é, aliás, um dos motivos, além da curiosidade científica, pelos quais esta passagem vem mesmo a calhar. Amanhã de madrugada, uma rede de astrónomos vai estar a seguir com os seus telescópios a passagem do Apofis, de forma que os cálculos sobre as suas futuras passagens perto da Terra possam ser mais afinados.

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

2013-Apófis


Na próxima semana,o asteroide "99942 Apophis" - assim batizado em homenagem ao deus egípcio do mal e da escuridão - que visitará a Terra.

Esta rocha cósmica, com cerca de 270 metros de diâmetro, merece o seu nome já que tem uma massa capaz de liberar tanta energia quanto 25 mil bombas de Hiroshima, caso atingisse a Terra.

Em 2004, quando foi avistado pela primeira vez, o "Apophis" causou suores frios aos especialistas que vigiam o céu à procura das ameaças que podem surgir das profundezas do espaço. Cálculos preliminares indicaram existir uma probabilidade de 2,7% de atingir a Terra em 2029.
O risco de uma catástrofe foi depois descartado por cálculos mais precisos, mas "ainda há um pequeno risco de impacto" a 13 de abril de 2036, com uma probabilidade de menos de um para 250 mil, segundo a NASA.
Os radares da NASA estão, portanto, direcionados sobre o "Apophis", que passará, a 9 de janeiro, a cerca de 14,5 milhões de quilómetros da terra.

domingo, 6 de janeiro de 2013

Confira os astros que deverão dar um show em 2013



O ano de 2013 nem bem começou e alguns eventos astronómicos já começam a chamar a atenção dos observadores profissionais e amadores. Cometas e asteroides já estão se aproximando da Terra e do Sol e nos próximos meses já darão o que falar.


Cometa C/2011 L4 Panstarrs
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Fevereiro - Asteroide 2012 DA14
O primeiro objeto a chamar a atenção neste ano de 2013 é sem dúvida o asteroide 2012 DA14. A rocha foi descoberta no final de fevereiro de 2012 por astrônomos do Observatório de La Sagra, na Espanha e de acordo com os últimos cálculos se aproximará da Terra no dia 15 de fevereiro de 2013, quando fará um rasante a apenas 27 mil quilômetros do nosso planeta.
Apesar de ser uma distância bem pequena - inferior a dos satélites geoestacionários - as chances de impacto contra a Terra são desprezíveis, estimada em zero na Escala Torino, que vai até 10. No entanto, a aproximação estimada para fevereiro de 2040 será de apenas 448 km de altitude.
Estima-se que 2012 DA14 tenha 57 metros de comprimento e uma massa de 120 mil toneladas. Se atingisse nossa atmosfera produziria um choque similar ao do impacto de Tunguska, ocorrido no início do século 20 acima da Sibéria.

Março tem 2 Cometas
O segundo objeto que chamará a atenção em 2013 é o cometa C/2011 L4 PANSTARRS, descoberto em 5 de junho de 2011 pela equipe do telescópio Panstarrs-1, de 1800 milímetros, localizado no Havaí.
Cálculos orbitais indicam que C/2011 L4 atingirá a menor distância da Terra em 5 de março de 2013, quando passará a apenas 150 milhões de quilómetros do planeta. Em 10 de março o cometa chegará ao periélio (máxima aproximação do Sol) e seu brilho poderá atingir até 4 magnitudes negativas, similar ao brilho do planeta Vênus.
Neste dia, a distância do objeto até o centro do Sol será de apenas 45 milhões de quilômetros, inserido no interior da órbita de Mercúrio.
Observações feitas em outubro de 2012 revelaram que a coma de C/2011 L4 PANSTARRS media aproximadamente 120 mil km de diâmetro e deverá crescer ainda mais à medida que o calor do Sol vaporiza o gelo e gás carbónico contido em seu núcleo

C/2012 F6 Lemmon
Também em Março, outro cometa que pode se transformar em uma bela surpresa é C/2012 F6 Lemmon, descoberto em 23 de março de 2012 pela equipe do Observatório de Mount Lemmon, nos EUA.
O cometa atingirá o periélio no dia 24 de março, mas será entre os dias 10 e 23 que C/2012 F6 dará seu show ao brilhar próximo da magnitude 3, quando poderá ser visto ao anoitecer na constelação do Escultor.
De acordo com a REA (Rede de Astronomia Observacional), entre 15 e 21 de janeiro C/2012 F6 brilhará perto da magnitude 7 na constelação do Cruzeiro, quando poderá ser observado com auxílio de um pequeno telescópio partir das 22h00 BRST (Hora de Verão).

Cometa C/2012 S1 ISON
Se os cálculos se confirmarem, C/2012 S1 ISON será o show de 2012. Estima-se que o brilho do objeto poderá chegar a nada menos que 19 magnitudes negativas, cerca de 40 vezes o brilho da Lua Cheia.
O que chama a atenção deste cometa não é sua aproximação com a Terra, prevista para dezembro de 2013, mas seu periélio, a distância mínima que chegará do Sol. Isso acontecerá em 28 de novembro de 2013, quando ISON se aproximará a apenas 1.1 milhão de quilômetros da superfície estelar.
Se sobreviver à escaldante aproximação, C/2012 S1 ISON poderá se transformar em um dos mais espetaculares cometas de todos os tempos.
Pequena Amostra
Esses quatro objetos são apenas uma amostra do que nos reserva o palco celeste de 2013. Ainda estamos no comecinho do ano e sem dúvida teremos muito mais pela frente, como as famosas tempestades solares que poderão se intensificar este ano já que em maio deveremos atingir o pico do ciclo solar 24. O ano está só começando...
Bons Céus!


sábado, 29 de dezembro de 2012

Cometa C/2012 S1 ISON promete chamar a atenção em 2013


À medida que o cometa C/2012 S1 ISON se aproxima da Terra, as especulações sobre seu tamanho, magnitude e risco potencial começam a crescer. Estima-se que o brilho do objeto poderá chegar a nada menos que 19 magnitudes negativas, o que em termos práticos significa um verdadeiro holofote no céu. Será mesmo?

Tamanho do cometa C/2012 S1 ISON na constelacao de Cancer

Com o esvaziamento do besteirol mundial sobre a existência do planeta Nibiru e do suposto fim do mundo previsto pelos Maias, a atenção agora se volta para a realidade e um dos objetos que mais atrairá a atenção em 2013 será sem dúvida o cometa C/2012 S1 ISON.

Os cálculos mostram que em 26 de dezembro o cometa atingirá o menor ponto de aproximação com a Terra, a 60 milhões de quilômetros de distância, mas sem qualquer risco de colisão contra o nosso planeta.

Apesar de não haver risco de impacto, o que chama a atenção deste cometa não é sua aproximação com a Terra e sim a distância mínima que chegará do Sol, prevista em apenas 1.8 milhões de quilômetros do centro da estrela, ou 1.1 milhão de km da sua superfície. Isso acontecerá em 28 de Novembro de 2013.

De acordo com alguns modelos de magnitude, o brilho de C/2012 S1 ISON será tão forte poderá atingir até 19 magnitudes negativas. Isso é cerca de 4000 vezes o brilho que o cometa C/1965 S1 Ikeya-Seki apresentou em 1965 ou então 40 vezes o brilho da Lua Cheia e poderá ser visto no céu até mesmo durante o dia.

O problema é que os cometas são astros temperamentais e muito sujeitos ao calor e forças gravitacionais intensas, que podem atraí-los e parti-los em pedaços. No caso de C/2012 S1 ISON, as dúvidas se concentram em saber como ele vai se comportar ante a ameaça do Sol, que em alguns meses já começará a aquecer o seu núcleo para depois atraí-lo.

Se sobreviver à escaldante aproximação estelar, C/2012 S1 ISON poderá se transformar em um dos mais espetaculares cometas de todos os tempos. Se os modelos não se confirmarem, poderá ser o maior fiasco celeste. Seja como for, C/2012 S1 ISON promete chamar muito a atenção em 2013.

Bons céus!

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ouça aqui a primeira canção composta no espaço



O austronauta canadiano Chris Hadfield compôs a primeira canção escrita no espaço, 'Jewel in the Night', que interpretou a bordo da Estação Espacial Internacional e colocou no YouTube na véspera do dia de Natal.
'Jewel in the Night' é assim a primeira canção original escrita fora do planeta Terra e transmite uma mensagem adequada à época, e igualmente de boa vontade e amizade entre os povos do planeta, da galáxia e mais além ainda.
Veja aqui o vídeo:
A canção foi gravada a 23 de dezembro, dois dias depois de Chris Hadfield ter chegado à Estação Espacial Internacional (EEI).
Hadfield é um engenheiro espacial e permancerá na EEI até meados de 2013, tornando-se o primeiro canadiano a comandar uma missão a bordo da EEI.

Telescópio Hubble ofereceu presente da Natal



Telescópio Hubble ofereceu presente da Natal

O 'veterano' telescópio espacial Hubble continua a oferecer a sua dose de espetáculo celeste. Desta vez, conseguiu fotografar uma nebulosa planetária que parece... um laço cósmico. Um pequeno presente de Natal espacial.
A nebulosa elegida é a NGC 5189, que representa a fase final de uma estrela como por exemplo o Sol, lançando as suas várias camadas de brilho pelo espaço. De acordo com o diário espanhol El Pais o nosso Sol ficará também nesta forma daqui a 5000 milhões de anos.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Bosão de Higgs é descoberta do ano para a 'Science'


Bosão de Higgs é descoberta do ano para a 'Science'

A observação de uma partícula subatómica que se admite ser o bosão de Higgs foi considerada a descoberta científica mais importante de 2012 pela revista 'Science', que hoje avança com uma lista das dez maiores conquistas da ciência.
Esta partícula, cuja existência foi concebida pela primeira vez há mais de 40 anos, é a chave para explicar como é que as outras partículas elementares (que não são compostas de outras partículas mais pequenas), como os eletrões e os quarks, têm massa.
Os investigadores anunciaram a descoberta do bosão de Higgs a 04 de julho, apresentando assim a peça que faltava ao puzzle daquilo que os físicos chamam o "Modelo Padrão", a teoria em que assenta toda a física de partículas elementares, que tenta explicar a origem e o funcionamento do universo.
A existência do bosão que confere massa às outras partículas foi originalmente postulada em 1964 pelo físico escocês Peter Higgs, mas foram precisos 48 anos para que fosse mais do que o produto de uma mente brilhante. Nenhuma das outras partículas elementares foi tão esquiva.
Como explica Adrien Cho, o jornalista da 'Science' que escreveu sobre a descoberta na edição de hoje, é matematicamente impossível atribuir massa às partículas. "A massa deve, de alguma forma, emergir das interações das partículas entre si e é aí que entra o Higgs".
Os físicos assumem, acrescenta o jornalista, que o espaço está cheio de um "campo Higgs", semelhante a um campo elétrico e as partículas interagem com ele para obter energia e massa.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Fotógrafo registra intenso pilar de luz no céu da Suécia


Localizada às margens do quinto maior lago da Suécia, a cidade de Östersund foi palco recentemente de um dos mais belos espetáculos de luz natural conhecidos, o pilar solar, uma espécie de coluna de luz gigante que surge no horizonte e que em algumas situações pode até mesmo se movimentar e dançar ao ritmo do vento.


Pilar solar na Suecia

O fenómeno é produzido pelos cristais de gelo que se formam na alta atmosfera e que ao caírem têm sua face posterior aplainada pela resistência do ar. Isso faz com que luz do Sol vinda de baixo seja refletida em direção ao solo, formando uma gigantesca coluna de luz que pode medir entre 5 e 10 graus angulares, o equivalente entre 10 e 20 vezes o tamanho visual do disco solar.
Os pilares podem surgir de cima para baixo do Sol ou ao contrário, dependendo de como a luz atinge a face aplainada do cristal. Além disso, a largura do pilar é determinada basicamente pelo ângulo da luz incidente e quanto mais inclinado estiver o cristal, mais largo parecerá o pilar.


Devido às correntes de vento, algumas vezes os cristais são deslocados do local o que faz o pilar se mover sobre o horizonte, criando um verdadeiro espetáculo luminoso que parece navegar nas ondas do vento.

Pilares Próximos
Quando cristais de gelo flutuam próximos a você, pilares, halos e outros efeitos luminosos podem ser vistos em torno de postes de iluminação a poucos metros de distância, criando um efeito ainda mais interessante!

Luzes Urbanas
Apesar dos pilares de luz serem conhecidos por se formarem pela reflexão da luz solar, algumas vezes eles também podem ser criados artificialmente pela presença de intensas fontes luminosas terrestres. Estádios de futebol ou parques muito iluminados também podem produzir belos pilares artificiais de luz. Assim, você não precisa ir até a Suécia para ver um fenómeno parecido.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Estrela a 12 anos-luz tem planeta na "zona habitável"




Estrela a 12 anos-luz tem planeta na "zona habitável"


Investigadores liderados por astrónomos da Universidade de Hertfordshire, no Reino Unido, descobriram que a estrela Tau Ceti, visível a olho nu a partir da Terra na constelação de Baleia, tem cinco planetas. Um deles na chamada "zona habitável".

Tau Ceti encontra-se a apenas 12 anos-luz da Terra e é muito parecida ao Sol, em massa e radiação. Daí que os cientistas sempre tenham olhado para ela à procura de sinais de vida, mas até agora não tinham descoberto nada.
Foi necessário uma nova técnica que combinou mais de seis mil observações de três diferentes instrumentos para poder encontrar os cinco planetas, cujas massas variam entre duas e seis vezes a da Terra. A nova técnica permite encontrar sinais com metade do tamanho do que se julgava possível.
"Escolhemos Tau Ceti porque pensávamos que não havia sinais. E ela é tão brilhante e parecida com o nosso sol que acaba por ser um teste ideal para o nosso método de deteção de pequenos planetas", explica num comunicado Hugh Jones, da Universidade de Hertfordshire. Além de cientistas do Reino Unido, estiveram envolvidos no estudo publicado na revista 'Astronomy & Astophysics' investigadores do Chile, dos EUA e da Austrália.
Um dos cinco planetas descobertas encontra-se na "zona habitável", nem demasiado quente nem demasiado fria, que poderá permitir a existência de uma atmosfera e de água em estado líquido - logo, de vida.
Esta descoberta confirma a ideia de que "auase todas as estrelas têm planetas e que a galáxia deve conter um grande número de planetas potencialmente habitáveis de um tamanho próximo do nosso", afirmou Steve Vogt, da Universidada da Califórnia, em Santa Cruz.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Meteorito cai na Turquia e desintegra-se sobre o Mar Negro



Uma impressionante imagem de uma bola de fogo foi registrada por uma câmera de segurança localizada no norte da Turquia. Testemunhas que viram o bólido disseram terem sentido um leve tremor, provavelmente provocado pela onda de choque criada pelo movimento do meteoro.




O evento ocorreu na terça-feira, 11 de dezembro, por uma câmera de segurança instalada em uma fábrica da cidade de Ordu, na costa norte da Turquia, a 220 km da fronteira com a Armênia.
Essa é a segunda vez em menos de uma semana que um meteoro entra na atmosfera da Terra é e flagrado por câmeras. Antes do evento da Turquia, uma bola de fogo também foi vista quatro dias antes sobre diversas cidades do estado americano do Texas. Na ocasião, a desintegração da rocha foi registrada pela câmera instalada no interior de um veículo de patrulha.


Meteoro cai na Turquia
O evento da Turquia ocorreu às 22h00 da hora local, quando o meteoro aparentemente se desintegrou acima do Mar Negro a uma distância estimada em 15 km do local da câmera. O vídeo mostra claramente o momento da ruptura e também o estrondo sônico (sonic boom) provocado pela onda de choque de um objeto que se desloca acima da velocidade do som.

Meteoros na Terra
Diariamente, a Terra é constantemente bombardeada por pequenos asteroides e outros detritos espaciais, criando uma espécie de garoa de meteoros, alguns deles muito brilhantes.

De acordo com cálculos feitos pelo astrônomo Bill Cooke, ligado à Nasa, bolas de fogo,tão brilhantes quanto o planeta Vênus ocorrem mais de 100 vezes ao dia. Outras, mais brilhantes ainda e comparadas ao brilho da Lua crescente cruzam o céu pelo menos uma vez a cada dez dias. Segundo o astrônomo, existem ainda bolas de fogo extremamente grandes e brilhantes, com magnitude visual que pode chegar a -13 e que acontecem a cada cinco meses. Apenas para lembrar, magnitude negativa de -13 equivale ao brilho da Lua Cheia!
No entanto, nem sempre essas enormes bolas de fogo são vistas. A maioria delas, cerca de 70%, cruza o céu sobre áreas inabitadas ou sobre os oceanos. A metade ocorre durante o dia, praticamente imperceptíveis devido à presença do Sol. Outra grande parte também não é vista simplesmente porque ninguém está olhando o céu naquele momento.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Montanha indiana apresentada como Monte Everest causa indignação


Monte Everest


A NASA causou indignação no Nepal depois de ter apresentado no seu site uma fotografia de um indiano numa montanha designada como sendo o Monte Everest, o pico mais alto do mundo, e que é o orgulho da população daquele pequeno país dos Himalaias.

A agência espacial dos Estados Unidos (NASA) escreveu no seu site que a fotografia tirada pelo astronauta russo Yuri Malentchenko da Estação Espacial Internacional (ISS), a 370 quilómetros da Terra, mostrava o pico ligeiramente polvilhado de neve.
A fotografia rapidamente se espalhou pela Internt via Twitter e foi partilhada pelos Media do mundo inteiro, incluindo a revista norte-americana The Atlantic e do site de astronomia Space.com.
Mas o Nepal deu conta do erro e expressou as suas dúvidas nas redes sociais. O jornalista Kunda Dixit, especialista em Himalaias twiitou: "Desculpem, mas o pico da fotografia com uma sombra no meio não é o Monte Everest".
A NASA assumiu hoje que cometeu um erro e retirou a fotografia do site.

ESA capta imagens únicas de um rio extraterrestre




A missão Cassini-Huygens obteve as melhores imagens até agora de um rio fora do planeta Terra, que mostra "uma versão extraterrestre em miniatura" do Nilo de uma lua de Saturno, anunciou hoje a Agência Espacial Europeia (ESA).
Trata-se de um rio que percorre mais de 400 quilómetros até chegar ao mar, precisou a ESA em comunicado, em que destacou que nunca até agora se tinha conseguido uma definição de imagem tão alta de um acidente geográfico extraterrestre, indica a agência noticiosa Efe.
"A linearidade relativa do rio sugere que segue pelo menos o contorno de uma falha, similar a outros grandes rios que correm na margem sul do mesmo mar de Titã", explicou a cientista da unidade de radares do projeto Jani Redebaugh.
Titã é o único lugar fora do planeta Terra em que foi detetado líquido estável na superfície, apesar do composto não ser de água, mas sim de etano e metano.
A missão Cassini-Huygens, em que participam a ESA, a norte-americana NASA e a italiana ASI, consiste numa missão não tripulada que estuda Saturno e os seus satélites naturais.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

NASA lança vídeo explicativo dez dias mais cedo


A agência espacial desmente os 'mitos' dos Maias.


A NASA está confiante de que o mundo não vai acabar no próximo dia 21, como diz a profecia Maia, e fez questão de criar um vídeo do género "bem te disse!", que, por engano, lançou dez dias mais cedo.

A agência espacial está tão confiante em que o mundo não irá acabar que até lançou um vídeo que explica o porquê de ainda cá estarmos... 10 dias mais cedo. O vídeo descreve ponto por ponto os chamados 'mitos' que cercam o final do calendário Maia, desacreditando previsões como o sol irradiar a atmosfera ou um planeta chocar contra a Terra.
"Sé está a ver este vídeo significa uma coisa... o mundo não acabou ontem", diz a agência espacial com confiança. No vídeo, a NASA compara ainda o fim do calendário Maia com um conta-quilómetros, que chega ao fim e volta ao início.
"Nenhuma ruína ou pedra que os arqueólogos examinaram prevê o fim do mundo", reafirmou a agência norte-americana. "Nenhum asteróide ou cometa conhecido está em rota de colisão com a Terra. Nem um planeta errante está a chegar para nos destruir, já que se isso estivesse para acontecer seria nesta altura o objeto mais brilhante no céu", acrescentaram.


terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Tutatis, o asteróide "excêntrico", aproxima-se da Terra


Imagens de radar do asteróide Tutatis.



A rocha, do tamanho de uma montanha e com cinco quilómetros de diâmetro, alcançará a distância mínima ao nosso planeta pela manhã de quarta-feira.

Tutatis, um dos asteróides mais conhecidos no mundo da astronomia, vai aproximar-se da Terra no próximo dia 12, quarta-feira. Em princípio, a gigantesca rocha não oferecerá nenhum perigo, já que na sua máxima aproximação à Terra, que sucederá oito minutos antes das oito da manhã, o asteróide estará a mais de 6.9 milhões de quilómetros do nosso planeta, um afastamento que nos pode deixar tranquilos.
Não é a primeira vez que o asteróide "visita" o planeta Terra. Na realidade, fá-lo de quatro em quatro anos, e noutras visitas, a sua proximidade para com o planeta tinha sido muito maior. Em 2004, o asteróide esteve tão próximo que foi possível vê-lo com pequenos telescópios, um acontecimento que só se voltará a repetir em 2652.
Este asteróide, denominado 4179 Tutatis, foi descoberto em janeiro de 1989 e é descrito como um objeto com uma trajetória orbital "excêntrica". Sabe-se que o asteróide é irregular e muito alargado. Para além do mais é um objeto muito lento e com uma rotação dupla das mais raras do mundo da astronomia. Os astrónomos vão agora aproveitar mais uma oportunidade para estudar estas rochas gigantes e conhecer melhor o seu comportamento. A próxima oportunidade para obter imagens de radar de Tutatis só acontecerá em finais de 2016.